sábado, 14 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Criminoso é a palavra que me ocorre...

A Sociedade Taifas, que explora um olival com 700 hectares em Ferreira do Alentejo e que em 2010 ganhou o prémio para o melhor azeite maduro frutado do mundo, vai ter a sua exploração cortada ao meio pelo IP8.
João Filipe Passanha, um dos responsáveis da empresa familiar que produz azeite na Quinta de São Vicente desde 1738, diz estar "incrédulo" e preocupado pelo futuro da exploração. É que o prestígio já granjeado junto dos importadores que "são extremamente exigentes" com as condições ambientais da produção, pode ficar comprometido.
"O mais aberrante em tudo isto é que nem se deram conta das infra-estruturas que existiam", quando optaram trazer o traçado do IP8 pela Quinta de São Vicente, acentua Filipe Passanha, em declarações ao jornal Público.
Para além de perder cerca de 6000 árvores e uma parcela de terreno com três quilómetros de comprimento por 80 metros de largura, a viabilidade económica e ambiental da empresa pode ser afectada.
Com a herdade cortada ao meio "temos de gerir o olival nos dois lados da estrada", observa Filipe Passanha, que assegura que o traçado do IP8 - que ligará Sines a Beja - vai causar "impactes brutais na exploração".
Em 2010, a Sociedade Taifas exportou, para 18 países, quase 90% das 800 toneladas de azeite que produziu em lagar próprio. Os principais importadores encontram-se em Inglaterra, Noruega, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Alemanha, Brasil, China e Estados Unidos da América.
Este tipo de notícias só me dá cada vez mais vontade de sair de um país que nem a sua economia respeita...
terça-feira, 26 de abril de 2011
Marcas sustentáveis
Uma emissão extremamente interessante acerca das marcas que apostaram na sustentabilidade como o principal valor da marca.
Podem ver a emissão aqui.
Sumo de laranja

Eu sou daqueles seres humanos estranhos que bebe sumo de laranja feito de... laranjas!!!
À maneira antiga, compro laranjas espremo-as junto água e às vezes açúcar e sai um belo de um sumo natural.
Mas acontece que já falei disto com colegas que ficaram a olhar para mim como se eu fosse de outro planeta.
Será que só é legal beber coisas que provenham de uma qualquer embalagem?
Vejamos as vantagens:
-Sai mais barato
-Não introduzo corantes e conservantes no meu organismo
-Reduzo o nº de resíduos resultante de embalagens.
E o burro sou eu??
Aniversário da revolução
quinta-feira, 21 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Discurso de Charlie Chaplin em o "Grande Ditador"
domingo, 17 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Britânico que luta contra desperdício de comida vence prémio de Sustentabilidade

O activista e escritor britânico Tristram Stuart, que luta contra o desperdício de comida, foi distinguido com o Prémio Sofia para o desenvolvimento sustentável, criado pelo autor norueguês do romance “O Mundo de Sofia”, revelaram hoje os responsáveis.
No seu livro “Waste: Uncovering the Global Food Scandal”, publicado pela Penguin em 2009, Stuart, activista e escritor britânico de 33 anos, denunciou a imoralidade de deitar fora grandes quantidades de alimentos, quando mil milhões de pessoas sofrem de malnutrição. Segundo Stuart, um terço da comida deitada para o lixo nos Estados Unidos e na Europa bastaria para alimentar todos os famintos.
Desde então, Stuart tem ajudado organizações de solidariedade, Governos, empresas e instituições a reduzir os desperdícios de alimentos.
“Tristram Stuart recebe o Prémio Sofia 2011 pelos seus contributos inovadores, enérgicos, cheios de humor e altruísmo, para que tomemos consciência de um dos maiores escândalos ambientais e morais: o desperdício de alimentos”, justifica a Fundação.
Em cooperação com o jornal “The Guardian”, o activista lançou o projecto “'Food Waste Watchdog”, encorajando as pessoas a tirar fotografias de alimentos que são deitados fora e a reuni-las num site.
No ano passado, Stuart co-fundou o “A Taste of Freedom”, um sistema de reciclagem onde a fruta e vegetais que iriam para o lixo passam a ser transformados em sumos ou gelados.
“Stuart mostra de que forma alterações simples podem ser introduzidas por consumidores, políticos e empresários, a fim de reduzirem drasticamente o lixo”, salienta a Fundação em comunicado. O activista “nota como a ajuda ao desenvolvimento poderia investir nos agricultores locais e nas infra-estruturas agrícolas locais, como armazéns e sistemas de pasteurização, para que os alimentos possam chegar aos mercados antes de se estragarem”.
Por semana, cada norueguês deita fora um quilo de comida que poderia ter sido consumida. Isto representa mais de 300 mil toneladas de alimentos desperdiçados pelo país no espaço de um ano, revela a Fundação no seu comunicado.
Para demonstrar aquilo que defende, Stuart e dezenas de voluntários prepararam, em Dezembro de 2009, na famosa Praça londrina de Trafalgar, um almoço para cinco mil pessoas com base em ingredientes que teriam sido deitados fora.
Notícia e imagem retirados de Ecosfera Público
quarta-feira, 16 de março de 2011
Acerca da tragédia nipónica...
Apenas que lamento por eles e por todos nós, porque efectivamente a Terra é um ser vivo e uma ferida numa parte prejudicará inevitavelmente o restante.
A questão das explosões das centrais nucleares vem corroborar aquilo que já se falou há algum tempo aqui no blog-a estupidez que é continuar a investir na energia nuclear em detrimento das energias renováveis em simultâneo com uma redução do consumo de energia.
Em suma, a Humanidade faz um óptimo trabalho a destruir-se a si mesma.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Projecto Ganga

No site da Ana Martins de ganga vestido, a ideia surge de modo simples – Ganga – recolher para reciclar.
http://anamartinscom.blogspot.
Todos temos pelo menos umas calças de ganga que já não usamos. É só isso que peço. O meu propósito é dar matéria-prima original (como o meu site) para arte.
Tudo feito em ganga, com ganga ou de ganga – não há quem não goste, então porque não reciclá-la? Entregue a sua ganga usada num dos nossos pontos de recolha. Lavadinha, vá, não é pedir muito! Propomo-nos recolher ganga a nível nacional e entregá-la a quem a pode reciclar em arte. A ganga é apenas um pretexto, melhor, é matéria-prima para jovens criadores a usarem, transformar nas mais variadas peças de arte.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O legado das águas

Uma criança brinca junto a uma bomba para tirar água de um poço em frente à sua casa, destruída pelas inundações que atingiram Adam Khan, na província paquistanesa de Sindh. Seis meses depois das inundações que devastaram o país, as vítimas de um dos piores desastres naturais do Paquistão continuam a depender muito da ajuda humanitária.
Foto: Akhtar Soomro/Reuters
in Ecosfera Público
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Marca "Toma lá"
Foi num auditório bem composto, no dia 15 de Dezembro, que a marca "Toma Lá", a mais recente marca nacional de design social foi dada a conhecer ao grande público. Uma marca diferente, com diversos produtos todos diferentes, produzidos por artesãos também eles diferentes da maioria.
"As instituições têm que conseguir inovar, criar e gerar empatia", salientou Mariana Ribeiro Ferreira, Vereadora da Acção Social na Câmara Municipal de Cascais, na cerimónia de apresentação da marca "Toma Lá" que identifica os produtos produzidos por artesãos recrutados no seio dos Centros de Actividades Ocupacionais de várias instituições na área da deficiência mental. "Há que explorar sempre todos os talentos", para despertar o interesse dos consumidores, acrescentou a Vereadora, admitindo estar já ela própria "completamente rendida à marca e aos produtos nascidos desta iniciativa da Comissão para a Pessoa com Deficiência e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Cascais.
Pensados pela designer Susana António, os produtos são vários, e estão já à venda em lojas como a da Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais. Ali poderemos encontrar um relógio a fingir que é de cuco, os mealheiros-matrioska, os tapetes de cortiça, as protecções para computador portátil, a toalha de mesa que exibe o mapa topográfico de Cascais pintado à mão, o chaveiro-frase que diz "não me deixes em casa", ou o bloco de notas com capa bordada a ponto de arraiolos, só para citar alguns.
A ideia é que estes produtos vençam a barreira das vendas de solidariedade e passem para um mercado mais competitivo, representando não só uma receita adicional para as instituições, mas também um motivo de orgulho e realização profissional dos artesãos.
in Câmara Municipal de Cascais
domingo, 26 de dezembro de 2010
Os meus votos...
Nesta fase em que fazemos planos para o ano que vai chegar é bom que repensemos a nossa vida e o nosso futuro...
O que é realmente importante para a nossa vida?O que temos?Ou o que fazemos dela?
Quantas pessoas existem que têm uma vida tão pior que a nossa? E que fazemos nós para mudar isso?
Lembrem-se que "o bater de asas de uma simples borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo"!
Viver de acordo com os padrões egoístas que a nossa sociedade tanto publicita será o melhor para nós?

