quarta-feira, 25 de abril de 2012

Love

Se a maioria seguisse esta filosofia o mundo seria com certeza um mundo melhor.

"If you want your loved ones to be happy, you must learn to understand their sufferings and aspirations. When you understand, you will know how to relieve their sufferings and how to help them fulfill their aspirations. That is true love. If you only want you loved ones to follow your own ideas and you remain ignorant of their needs, it is not truly love. It is only a desire to possess another and attempt to fulfill your own needs, which cannot be fulfilled in that way."
Retirado daqui

Muitos dos posts que tenho colocado aqui se referem ao amor. Não estou a falar do típico amor entre homem e mulher ou mãe e filho. Referem-se ao amor por aquilo que fazemos, amor por nós próprios, amor pelo planeta, amor pelo próximo.
Constato, então, que a crise que vivemos actualmente é uma crise de falta de amor.
O mundo actual educa-nos para sermos competitivos e ter uma profissão em que se ganhe muito dinheiro.Não nos educa nem exalta que devemos trabalhar naquilo em que gostamos, em que somos felizes a fazer. Contentamo-nos em ser mais um número e não ambicionamos a ser diferentes, a ser algo mais, a contribuir para um mundo melhor.
A sociedade mostra-nos todos os dias imagens de uma pseudo-perfeição que nos diz o quão feios somos e o quanto temos de comprar para mudar isso.
As empresas e estados não têm o menor respeito pelo planeta, pelos seus recursos, pelos seus habitantes.
Todos os dias os media nos mostram imagens de violência, lavando-nos o cérebro para que interiorizemos preconceitos relativamente a raças e religiões.
A crise que vivemos actualmente é muito mais que uma crise financeira, económica ou política. É uma crise de valores sobre o que é mais importante para os homens. E enquanto o amor não suplantar o dinheiro a crise não vai passar.




2 comentários:

optimismo em construção disse...

Gostei muito, muito de a ler, Ana. O amor é a substãncia da criação, da vida. E vejo o sentido da nossa existência numa apredizagem do amor. Uma aprendizagem incessante. E se não tivermos essa consciência, consciência que parece estar cada vez mais distante, não superaremos, de facto, a crise que estamos a viver e à qual chegámos justamente pelo quanto nos distanciámos da nossa essência, da substância da vida. Para terminar, deixo-lhe umas palavras de Christiane Singer que já citei várias vezes porque são palavras que acompanham os meus dias.
"Quando lanço ao outro um olhar amoroso, revelo-lhe a sua natureza profunda, chamo-o à sua verdadeira identidade. O olhar daquele que me ama, esse olhar que vê em mim aquilo que sou de mais profundo coloca-me na minha realidade, remete-me para a luz original.
(...) Na minha vida, àqueles que me inspiraram amor, devo-lhes tudo."

Ana disse...

Olá Teresa!
Fico contente por me ter compreendido!
Torna-se cada vez mais difícil esta saga,sinto-me um pouco.Felizmente que há pessoas como a Teresa que percebem perfeitamente o que sinto.
Adorei as palavras de Christiane Singer!Estou encantada!
Beijinhos