terça-feira, 11 de agosto de 2009

Cartão Ecológico

in Ecoprático

Invenção japonesa


Um dos grandes produtores de energia solar – ao lado dos EUA –, o Japão deu mais um passo em direção à substituição dos combustíveis fósseis por fontes de energia limpa. Nesta semana, a empresa nipónica Sanyo começou a comercializar, apenas no país asiático, um painel solar portátil capaz de recarregar pequenos electrodomésticos.

O Eneloop Portable Solar é uma espécie de carteira feita com células solares de silício, que vem com um receptor USB interno de energia. A ideia é que o usuário possa plugar pequenos dispositivos – como telemóveis e leitores mp3 – à entrada USB da carteira e, enquanto passeia pelas ensolaradas ruas japonesas, consiga recarregar os seus eletrodomésticos.

Segundo a Sanyo, a eficiência de produção energética da carteira varia de acordo com as condições do ambiente, mas, em geral, uma hora de recarga é suficiente para utilizar os aparelhos por até 40 minutos. E o Eneloop Portable Solar ainda possui um outro recurso, chamado de Mobile Booster, que permite que o usuário armazene energia solar para momentos de necessidade – como, por exemplo, dias de chuva.

in Blog Planeta Sustentável

sábado, 8 de agosto de 2009

Desperdício de papel

Saio à rua num dia normal e quando volto a casa trago a mala cheia de papéis, tickets, recibos, panfletos,etc. Não pensem que fiz muitas compras, apenas ando de transportes ou vou ao hipermercado ou bebo um café.
Eu reutilizo sempre os recibos para lista de compras, essencialmente. No entanto, parece-me um desperdício de papel... Não haverá outra solução?

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O post da revolta

Estou cansada do meu país. Estou cansada de remar contra a maré. É desgastante querer melhorar o meu país, não só em termos ambientais como em outras questões.
Todos os dias deparo-me com esta mentalidade pequena que nos caracteriza:

  • Desrespeito por parte das entidades patronais e Estado por quem trabalha
  • Promoção e valorização de quem não trabalha
  • Horizontes reduzidos
  • Chico-espertismo
  • Falta de respeito e de valores a todos os níveis
Questionei-me durante muito tempo se deveria ficar no meu país e tentar melhorá-lo, afinal de contas se não houver ninguém que queira mudar ninguém vai mudar. No entanto, penso que não vale a pena. Tenho de fazer tantos esforços para atingir os meus objectivos que penso que não vale a pena.
Gostaria de fazer uma pós-graduação em Eco Turismo de forma a poder abrir uma empresa nesta área. Custa mais de 3000€.Com o nível salarial actual, como posso pagar as minhas despesas e ainda pagar uma pós-graduação? E eu já nem falo em todo o processo e custos inerentes ao processo de abertura de uma empresa...
Por estes motivos e muitos mais se houve falar de fuga de cérebros... As pessoas que têm capacidades vão estudar e trabalhar em sítios que lhes ofereçam oportunidades que os realizem pessoal e monetariamente.
Eu pessoalmente vou tentar obter uma bolsa para poder estudar e/ou investigar na área do Marketing Ambiental.
Realço que gosto do meu país,até porque é um país cheio de potencialidades.Tem tudo para ser um país rico, bem-sucedido e onde as pessoas poderiam ser muito felizes.
Apesar disso, quem nos governa não dá o exemplo. Não se analisa e investe nas verdadeiras áreas fortes do país,não se aposta na excelência da educação e todas as áreas como a saúde e a justiça,para além da famigerada cunha...
Se quem nos governa não dá exemplo como poderemos exigir que a base do país seja honesta?
Eu faço a minha parte, mas como estou cansada de estar sozinha e ver passar à minha frente quem trabalha pouco e tem poucas capacidades, prefiro ir embora...

domingo, 2 de agosto de 2009

Exposição "Remade"- Design Ecológico


A exposição "Remade in Portugal" foi inaugurada dia 29 de Julho com peças de design ecológico de cerca de três dezenas de criadores portugueses no Museu da Electricidade, sob o título "A um Passo do Sonho".

Pela terceira vez consecutiva em Lisboa, a exposição surge este ano em contexto de crise global, e pretende chamar a atenção para a importância de hábitos de consumo responsáveis, o impacto do desperdício na sociedade e na natureza, além da criação de soluções sustentáveis para o futuro.

O director artístico do projecto "Remade in Portugal", Roberto Cremascoli, disse à Agência Lusa que, desde o início, em 2007, a iniciativa conseguiu que fossem desenvolvidos 105 peças de design ecológico e colocar metade em produção e comercialização.

A iniciativa conta este ano com a participação exclusiva de artistas portugueses de várias áreas, desde as artes plásticas, design, arquitectura e moda como Rita Garizo, Joana Vasconcelos, Nuno Cera, Ana Salazar, Maria Gambina, Alda Tomás, Carlos Aguiar, Ricardo Dourado, João Mendes Ribeiro, entre outros.

"Remade in Portugal" divide-se em seis núcleos, começando por uma chamada de atenção para os problemas ambientais que assolam o país - a seca, as inundações e os incêndios - através de um "Alerta" em vídeo concebido pelo artista Nuno Cera.

Segue-se o "Labirinto Remade", com obras feitas em materiais reciclados por profissionais das áreas do design, arquitectura e moda, depois surge o núcelo "Novos Talentos", com obras também recicladas criadas por finalistas universitários.

O quarto núcleo chama-se "Arco do Triunfo", criado pelo artista plástico Xana, e o seguinte é a instalação "The order of today is the disorder of tomorrow" de Pedro Valdez Cardoso.

O "Jardim do Éden", criado pela artista Joana Vasconcelos, fecha a exposição, com uma imagem do paraíso que remete para o tema do sonho do "Remade in Portugal", projecto que conta com o apoio institucional da Agência Portuguesa do Ambiente e Direcção Geral das Artes do Ministério da Cultura.

A exposição "Remade in Portugal" estará patente ao público até 13 de Setembro.

in Público

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Prémio Comprometidos 2009


O blog E esse tal Meio Ambiente? atribuiu-me o selo "Comprometidos" com o qual fico bastante honrada.
Este é um selo concedido àqueles que lutam pela democracia no mundo. Os indicados, por sua vez, indicam outros blogs.
Segundo o blog E esse tal Meio Ambiente? este selo é “para todas aquellas personas que estan comprometidas con sus blogs, con cartas al Director, asistiendo a concentraciones,manifestaciones ó colaborando con quien mas lo necesita”.

Muito obrigada ao blog E Esse tal Meio Ambiente? Grande abraço e continuação do bom trabalho.

Estes são os blogs que sugiro como candidatos:

Re.Bag!

Verde que te quero ver-te...

Ave - Associação Verde Esperança

Bricolar e Poupar

Balaio Ambiental

Blog do Quintal

O blog Verde

Amor Escárnio Maldizer


Apelos


Gostaria de deixar o apelo no sentido se existir alguma empresa da área ambiental que necessite de um plano de marketing ou ajuda nesta área eu estou disponível de uma forma voluntária,claro.
Apesar de trabalhar, gostaria de poder desenvolver trabalho nesta área que me é tão cara.

Aproveito também para deixar a indicação de que se alguém conhecer alguma bolsa para mestrados no estrangeiro nas área de marketing/ambiente (o ideal seria poder conjugar os dois) me deixe a informação.

Obrigada

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Não há fruta portuguesa?

Hoje estive no Pingo Doce a comprar fruta e espanto! Quase não existe fruta portuguesa à venda nesta cadeia de hipermercados.
Havia de vários países: Brasil, Espanha, Argentina... De Portugal só consegui encontrar umas ameixas...
Eu tento comprar comida com uma pegada ecológica mínima e para isso tenho em conta o número de quilómetros que percorreu até chegar ao meu prato.
Se os supermercados portugueses não compram fruta portuguesa, então como poderemos nós, consumidores, comprar o que é nosso?
Isto levanta uma série de questões,não só a nível ecológico, mas também a nível económico.Se comprarmos o que é nosso, estamos a assegurar postos de trabalho e a dinamizar a economia nacional. Além disso,na minha modesta opinião, a fruta portuguesa é incrivelmente superior à estrangeira a nível de qualidade.
Existem outro supermercados em que não me costumo deparar com esta situação como é o caso do Modelo e Continente.
Por isso, senhores do Pingo Doce acabaram de perder uma cliente...

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Poupar na carteira e no ambiente


Já todos sabemos que neste momento de crise a palavra de ordem é poupar.
Se adoptarmos certos gestos no dia-a-dia, conseguimos poupar alguns trocos e também o ambiente.

1. Se trocarmos o nosso automóvel pelo passe do transportes público vai compensar e muito, além de evitarmos as terríveis filas de trânsito, stress e a poluição tão típicas nas horas de ponta. Para cidades mais pequenas em que os transportes públicos não são eficazes, pode experimentar o bom tempo para ir a pé ou de bicicleta para o trabalho.No fim-de-semana em vez de ir para o centro comercial mais próximo em que é quase impossível não gastar dinheiro em qualquer coisa, aproveite para uma caminhada ou passeio de bicicleta, preferencialmente numa área verde, em que possa respirar livremente.

2. Diminua o consumo de carne. Ao substituir a carne por alternativas como vegetais, massas, soja, etc. vai beneficiar não só a saúde, como a carteira. Não sou de radicalismos, não quero converter ninguém ao vegetarianismo (porque eu também não sou vegetariana), mas a carne actualmente tem um tratamento hormonal que prejudica bastante a nossa saúde. Se tiver a possibilidade compre carne em criadores de confiança.

3. Prefira a fruta e produtos alimentares nacionais. Diminua a pegada ecológica da sua alimentação e beneficie os produtores portugueses. Se optar pelo mercado semanal conseguirá preços mais atractivos.

4. Optar por uma alimentação biológica e ecológica. Quando se adopta esta filosofia, há certos produtos que deixam de ser essenciais na nossa alimentação, como é o exemplo de refrigerantes, óleo, fiambre, entre outras coisas.

5. Evite utilizar muitos produtos de limpeza em casa. Para quê comprar um detergente para cada divisão, se hoje em dia um simples detergente com lixívia serve para tudo?(Se possível opte por detergentes ecológicos,já existem gamas bastante económicas em supermercados).
Para limpar o pó pode, por exemplo, utilizar um pano húmido, a eficácia é exactamente a mesma de produto para o efeito.

6. Poupe água e energia em sua casa. Esta sugestão já é bastante conhecida, mas nunca é demais lembrar que pode diminuir os consumos na sua casa com gestos simples.


domingo, 26 de julho de 2009

Realojamento de famílias pelo IEF

O Instituto Estadual de Florestas (IEF) está a colocar em prática, pela primeira vez no Brasil, o realojamento de famílias como parte do processo de regularização fundiária do Parque Estadual do Pico do Itambé. Das 27 famílias que moram no interior da unidade de conservação, nove serão realojadas e 18 indemnizadas. A iniciativa garante a preservação do meio ambiente e tem uma perspectiva social, pois proporciona qualidade de vida para as famílias que já há muito tempo residiam em condições precárias no interior do parque.

As propriedades rurais das 27 famílias correspondem à área total do parque, com 6.520 hectares. As nove famílias que optaram pelo realojamento receberão parcelas de terra que variam de 5 a 100 hectares, com casa, água, luz e fossa séptica. Para realocar as famílias, o IEF adquiriu por R$ 1,8 milhão a Fazenda São João, localizada no entorno do parque. Para as 18 famílias restantes foram efectuadas indemnizações no valor de R$ 2,307 milhões.

O próximo passo é fazer a licitação das obras, que incluem a construção das casas das famílias, além da infraestrutura do parque, com duas portarias, centro de visitantes e reforma da sede da fazenda, onde já está instalada a sede do parque.

O parque abriga nascentes e cabeceiras de rios das bacias do Jequitinhonha e Doce e o Pico do Itambé, um dos marcos referenciais do Estado com seus 2.002 metros de altitude. A vegetação predominante é de cerrado e campos rupestres de altitude, onde ocorrem espécies raras e endêmicas de orquídeas. Em relação à fauna, destacam-se a onça-parda e do lobo-guará, espécies ameaçadas de extinção.

Relógio funciona com água e limão


Uma empresa norte-americana que fabrica produtos para casas e escritórios, a Bedol, criou uma linha de produtos ecológicos. Entre eles, um que chama a atenção pela excentricidade: o “Eco-Friendly Water-Powered Clock”.

É um relógio-despertador que funciona, praticamente, a base de limonada. O aparelho possui um mecanismo composto por um conjunto de eletrodos que reagem e produzem energia a partir de um copo de água e algumas gotas de limão – para acelerar o processo.

Existe uma abertura na parte de cima do relógio, por onde deve-se colocar o líquido. A partir daí, ele funciona de seis a oito semanas e, na hora de reabastecer o aparelho, um chip de memória armazena as informações de hora e alarme.

O relógio pode ser comprado, on line, no site da empresa.

in Super Abril

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Filtro água


Recentemente fiz uma compra que me parece importante partilhar- um filtro para a água.
Definitivamente não consigo beber água da torneira pelo sabor horrível que tem.
Ao procurar na Internet descobri os filtros de água que possibilitam a eliminação de sabores, cheiros, metais pesados, cloro e outros elementos da água da torneira e acabam com um grande sentimento de culpa que tinha ao consumir água engarrafada.

Alerto para as consequências de consumir água engarrafada: milhões de garrafões de plástico produzidos por ano para o efeito, além do imenso petróleo gasto na produção dos mesmos.
Aconselho, por isso, a reutilizarem as garrafas e garrafões de plástico lá de casa. Podem,por exemplo, levar todos os dias a mesma garrafa de água para o trabalho.

Realço que o plástico é um produto que não deve ser exposto a elevadas ou baixas temperaturas, por libertar uma substância cancerígena. Portanto, a água não deve estar armazenada no frigorífico em garrafas de plástico, mas sim num recipiente de vidro, assim como todos os alimentos do frigorífico. Se quiser transportar ou armazenar água ou alimentos à temperatura ambiente não há qualquer problema.

Eu adquiri o meu filtro na loja Celeiro Dieta, mas penso que existem lojas de electrodomésticos que também vendem. Além de bebermos uma água mais saudável, sai bastante mais económico que consumir água engarrafada (pelo menos para mim que bebo muita água).

domingo, 19 de julho de 2009

Energia solar, uma alternativa ao petróleo


A fábrica portuguesa Covilis da Póvoa de Santa Iria, inaugurada na semana passada, e onde foram investidos 20 milhões de euros, vai produzir espelhos parabólicos para equipar centrais solares térmicas no Magrebe, Médio Oriente e sul dos EUA, essencialmente. Este tipo de espelhos interessa especialmente a espanhóis, franceses e alemães, apostados em correr de novo para o deserto, desta vez já não atrás do petróleo mas do sol.

Sonham desde os anos 70 com o plano de aproveitamento em larga escala do sol do deserto, com concentradores solares térmicos e uma tecnologia que transforma energia solar em electricidade (mas que não é fotovoltaica) transportada por grandes distâncias até ao Centro da Europa, onde será consumida.


O presidente da REN, José Penedos, admite estar em causa "o balanço das emissões de dióxido de carbono da Europa, especialmente da Alemanha". Este país precisa do seu carvão doméstico por muitos anos ainda para alimentar as suas centrais eléctricas, mas com a tecnologia do sequestro do carbono ainda longe de dominar, "a ponte faz-se apostando em novas tecnologias verdes com créditos de emissões associados", sublinha.
Diz Manuel Collares Pereira, investigador e fundador da empresa Ao Sol, que nesta "corrida ao deserto" os alemães já lideram, sobretudo nos sectores industriais dos espelhos e dos tubos de vácuo, e que esta aposta é "uma alternativa excelente à energia nuclear".

Lançado há vários anos pelo Clube de Roma, o projecto Desertec - promovido por uma fundação com o mesmo nome, ligada ao rei da Jordânia - é todo em muito larga escala: para enviar à Europa a energia de que esta precisa e de forma sustentável, está projectada a instalação de gigantescas centrais solares térmicas no deserto e que podem equivaler, em 2050, à superfície dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa.

Apesar de converter energia solar em electricidade, a tecnologia do Desertec distingue-se da tecnologia fotovoltaica, tendo assegurado que os níveis de perdas serão baixos. A energia será transportada em corrente contínua ao longo dos mais de 3000 quilómetros de trajecto, pelo que a perda de energia deverá ser inferior aos tradicionais um a dois por cento da muito alta tensão na Europa.

in Ecosfera Público

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Desafio no Twitter


Os "Twitters" europeus são desafiados a separar embalagens de vidro para reciclagem e a registar as quantidades nesta rede social na Internet. O objectivo da iniciativa é aumentar os níveis de reciclagem do vidro, sendo que cada país tem metas específicas.

«Para Portugal foi estabelecida a meta de 14 milhões de unidades, que são cerca de 55 por cento das embalagens colocadas todos os anos no mercado», disse uma fonte da organização da iniciativa em Portugal, citada pela Agência Lusa.

Para aderir, basta registar-se no Twitter, procurar "FriendsofGlassU"e seleccionar "Follow".

«As pessoas poderão contribuir 'twitando', a qualquer momento, o número de embalagens de vidro que vão enviando para reciclagem e simultaneamente receber actualizações em tempo real sobre o desenrolar deste desafio», explicou a fonte citada pela Lusa.

in IOL Diário

domingo, 12 de julho de 2009

É assim tão difícil?

Não posso falar por toda a gente, mas se reflectirmos um pouco sobre a nossa vida será que não chegaremos à conclusão que grande parte dos bens que possuímos não têm na verdade grande utilidade?
Não seremos igualmente felizes com menos coisas?

Para quem não se interessa pela perspectiva espiritual, analisemos a questão pela ponto de vista económico. Qual a utilidade que retiramos de um televisor LCD? A nossa necessidade de ver televisão não ficará igualmente satisfeita com a nossa televisão de sempre? Isto pensando também na perspectiva de que passamos muito tempo fora de casa.
Se conseguimos ter a nossa necessidade satisfeita com menos dinheiro, estaremos a ser EFICIENTES. Isto é um conceito muito importante do ponto de vista empresarial. As empresas a sério tentam trabalhar com custos mínimos.

Não será altura, especialmente com a crise que atravessamos actualmente, repensar a nossa forma de viver e gerir a nossa casa?

Porque não sermos eficientes em casa? Precisaremos assim tanto daquele artigo XPTO que vimos a semana passada no centro Comercial XYZ?

O facto de sermos eficientes na forma de gerir a nossa casa, permite, também, tornar os nossos hábitos de consumo mais inteligentes e, desta forma, pouparmos o ambiente ,se pensarmos muito bem antes de comprarmos.

A esta hora os meus colegas de Marketing devem estar a chamar-me louca e outros nomes menos simpáticos.
Sim, eu estudei Marketing, mas eu encaro o futuro com a perspectiva de um consumo sustentável e marketing que respeita o ambiente.
Se destruirmos o planeta não há consumidores.Certo?
Portanto, exige-se uma mudança de paradigma com consumidores mais conscientes e marketers que criem produtos de maior valor acrescentado, mas sustentáveis.