quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Pensos higiénicos ecológicos


Actualmente, uma mulher utiliza em média 10.000 a 15.000 tampões ou pensos durante a sua vida. Estima-se que, em cada ano, 45.000 milhões de pensos (e as suas embalagens) vão para o lixo, indo parar às lixeiras e aos esgotos, e demorando anos a desaparecerem. Os pensos são normalmente fabricados com raiom (seda artificial derivada da celulose) e algodão não biológico que é branqueado com cloro. A produção de raiom causa poluição. A produção convencional de algodão usa ainda fertilizantes, herbicidas, pesticidas e outros poluentes.

A produção dos pensos e das suas embalagens lança no ambiente grandes quantidades de dioxinas, um produto altamente tóxico. Os tampões e os pensos sintéticos colocados em contacto com o corpo contêm ainda dioxinas. E a parede vaginal sendo bastante absorvente, acaba também por absorver os produtos químicos contidos sobretudo nos tampões (uma vez que estes estão em contacto mais directo com a parede vaginal). O acumular de toxinas está directamente ligado ao aumento do risco de cancros do cólon e do útero, a infecções vaginais, ao enfraquecimento do sistema imunitário, entre outros problemas de saúde. Também o síndroma do choque tóxico (SCT), uma doença que pode ser fatal, deve-se à utilização de produtos sintéticos destinados a tornar os tampões mais absorventes. Um estudo publicado em “The Journal of Infectious Diseases in Obstetrics and Gynaecology”, em 1994, refere que o uso de tampões de algodão biológico reduz quase por completo o risco de SCT comparativamente com os tampões que contêm raiom.


As substâncias usadas no fabrico dos pensos e tampões não estão inscritas nas embalagens, uma vez que não existe nenhuma lei que obrigue as empresas a informarem sobre o assunto. Muitas marcas de pensos estão também associadas a empresas que promovem testes em animais.


Por tudo isto, nos últimos anos, têm surgido no mercado alternativas ecológicas e saudáveis aos tradicionais penso higiénicos. Os pensos e tampões da FIORDILUNA são uma dessas alternativas.

Os produtos Fiordiluna não usam perfumes nem agentes branqueadores. Utilizam ingredientes amigos do ambiente tal como algodão biológico sem OGM e pura celulose. São biodegradáveis e evitam alergias e irritação de pele.

in Efeito Verde

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Mais uma reflexão...

Circulam aí umas vozes de uns supostos iluminados que consideram que devemos baixar os salários para conseguirmos ser mais competitivos.
Este tipo de afirmações mostra bem a mentalidade que se vive em Portugal.
Se tivéssemos pessoas que soubessem governar e gerir o país iriam procurar soluções que criem valor para o país, em vez disso pretendem que concorramos pelo preço.
Meus senhores, é impossível concorrer com países como a China que tem milhões de pessoas, trabalho escravo e infantil e com ordenados miseráveis.
É isso que querem para o nosso país? É isso que consideram evolução económica????
Nós temos todas as potencialidades para concorrermos pela qualidade e não pelo preço.
Vejamos soluções: turismo e energia.
Devíamos apostar verdadeiramente nas energias renováveis. Poderíamos ganhar imenso com isso.
Passaríamos a ser menos dependentes da energia externa, pouparíamos o nosso ambiente e ainda vendíamos a energia a outros países. A energia renovável será o petróleo do século XXI. Se nós temos ondas, sol e vento não deveríamos rentabilizar estas características ao máximo????

Se há sector pelo qual somos conhecidos internacionalmente é o turismo. Mais uma vez porque temos um país muito rico em cultura, gastronomia, paisagens, etc. que faz com que valha a pena visitar Portugal.
Como isso é divulgado? Campanha West Coast- do pior que já vi fazer.
Além de que um turismo é um serviço e, como tal não pode ser fabricado. Para termos um serviço de qualidade, as pessoas são um elemento fundamental do mesmo. Temos de ter as melhores pessoas com a melhor formação a atender os nossos turistas.E aí mais uma vez volto ao serviço do valor acrescentado.
Se tivermos um serviço de valor acrescentado teremos mais lucro e também poderemos ter pessoal mais qualificado e melhor a trabalhar connosco.
Não se iludam. As pessoas até podem ser qualificadas mas não se vão esforçar por pouco mais que o ordenado mínimo.
Daqui resulta a vaga de emigração tão noticiada. Não há registo de um fluxo emigratório tão grande em Portugal desde os anos 60, com a diferença que os emigrantes agora são altamente qualificados e, ao não encontrarem condições salariais e outras que se adeqúem à sua formação, vão procurá-las noutro país e com toda a razão. Portugal deixa assim sair os seus cérebros alegremente...
Para tudo isto funcionar tem de haver mudança de mentalidades.
Eu vejo diariamente pessoas que cospem no chão, deitam lixo no chão, não dão prioridade a uma grávida ou deficiente num transporte público...
Que tipo de imagem é que isto nos dá para quem nos visita?
Não me surpreende que algumas pessoas lá fora nos olhem como países de terceiro mundo. A nossa mentalidade é, por isso é que os outros nos olham como tal.
Exemplo práticos do que digo:
Em Portugal existe aquela ilusão de que um carro da marca XPTO traz status. Na realidade só traz poluição, mas isso não é relevante porque na realidade o que importa é parecer.

Em países verdadeiramente evoluídos a classe política anda de transportes públicos (que doidos!) ou em carros pequenos que consomem pouco.
Em Portugal muda o governo, muda a frota, todo e qualquer presidente de câmara dispõe de um carro de gama elevada e motorista. Quem paga a factura destas atrocidades? Pessoas comuns como eu, que paga impostos elevados face a um salário não elevado.
Eu poderia indicar mais mil e uma formas de desperdício de dinheiros públicos em Portugal, mas não disponho de tempo.

Se Portugal pensasse em sermos eficientes a todos os níveis poderíamos ser um país rico e feliz.
Temos todas as ferramentas, só falta utilizá-las.




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Um dia de trabalho sem viajar

Vi este vídeo fantástico na blog da revista Gingko que gosto muito e aconselho a leitura.
Temos de usar a nossa evolução tecnológica para protegermos o planeta.


domingo, 31 de janeiro de 2010

A minha próxima aquisição


Este é um livro que volta a abordar a temática que eu considero tão importante- O Marketing Ambiental.
A maior parte das empresas ainda ignora esta prática, mas o futuro vai exigir que as mesmas adoptem esta filosofia ou correm o risco de morrer.
Este é um livro que mostra as boas práticas que já se fazem em Portugal, o que eu considero interessante, porque em Portugal também se fazem coisas boas.

Este livro é um seguimento do livro "Marketing Ambiental" que falei aqui.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Reutilizar...


Foto retirada daqui

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Gel de banho 0%


Este é o meu novo gel de banho.
Tem a possibilidade de recarga e diz na embalagem que tem 0% de corantes e outros químicos.
Não tenho a formação suficiente para avaliar, mas o facto de ter recarga já me parece bem.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

"Procuro novo dono"



Pelo terceiro ano consecutivo, a Botaminuto lança uma campanha de solidariedade com o objectivo de recolher sapatos usados, mas em bom estado, e doá-los a quem mais precisa. A acção “Procuro novo dono” é de âmbito nacional e decorre até 15 de Fevereiro. Vasculhe o seu calçado e participe! Os sapatos são entregues em qualquer loja da marca.

Em 2009 a Botaminuto recolheu cerca de 6 mil pares de sapatos, valor que espera ultrapassar este ano. Alinha nesta iniciativa?

Consulte os pontos de venda em: http://www.botaminuto.com/ondeestamos.html


in Gingko


domingo, 17 de janeiro de 2010

Ajude as vítimas do Haiti


Todos os dias vemos a tristeza, dor e sofrimento a que os habitantes do Haiti foram sujeitos devido a uma catástrofe imensa.
Este terramoto deveria fazer-nos reflectir sobre o que estamos a fazer à mãe natureza para ela se revoltar desta forma.
Penso também que estes desastres são uma forma de ir eliminando parte da humanidade, pois todos sabemos que há demasiada população face aos recursos da terra.
Portanto,face aos desastres naturais que têm sido cada vez mais frequentes, parece-me que a Natureza tenta eliminar esta praga que é a raça humana.
Mas apesar de tudo isto,é de extrema importância ajudarmos quem não teve culpa de toda esta tragédia e que sofre injustamente.
Eu sei que passamos tempos difíceis,mas qualquer pequeno donativo somado a tantos outros dará uma grande ajuda.
Reflectamos se nós não seremos os próximos...

Para ajudar consultem:
Cruz Vermelha
AMI
WPF


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Aviso da mãe natureza?


Imagem retirada de www.rtp.pt

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

And the winner is...

Parabéns à Vânia e à Tábata, as vencedoras do Concurso de Natal*09, uma iniciativa conjunta dos blogs Re.Bag! e Um blog pelo Ambiente.
As fotos a concurso estão publicadas no Flickr e lá podem também aceder a mais trabalhos das participantes.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Seja mais feliz sem impacto no ambiente-experimente uma semana

Portugal é o segundo país do mundo com maior peso das eólicas


Por cada 100 Watt de electricidade consumidos no ano passado nos lares portugueses, 15,03 Watt vieram do vento, um valor que eleva o país do terceiro para o segundo lugar mundial no contributo de energia eólica, atrás da Dinamarca e agora à frente da Espanha.

Os dados publicados pela Redes Energéticas Nacionais (REN) sobre a produção de energia eléctrica em Portugal, em 2009, mostram que, por cada 24 horas, três horas e 36 minutos, em média, vieram do vento, ou seja, mais 31,6 por cento do que no ano transacto.


Com um crescimento de produção também nas outras fontes renováveis (mais 24,7 por cento de hidroelectricidade, mais 315 por cento de fotovoltaico, que partiu de uma base muito baixa) e ainda com o contributo das energias limpas usadas, por exemplo, na co-geração e na biomassa, as renováveis representaram 35,9 por cento de todo o consumo de energia eléctrica em Portugal no ano passado.

Contudo, 35,9 por cento é o valor de base e não o final que conta para avaliar o ritmo de cumprimento da meta de 45 por cento de renováveis em 2010, prometida por José Sócrates. Para isso, é preciso retirar aos 35,9 por cento o efeito das variações anuais de mais ou menos chuva e torná-lo comparável com os outros anos, um processo que os técnicos chamam de correcção de hidraulicidade e que o Eurostat reconhece. A partir daqui, não há mais consenso.

in Público

Novo carro eléctrico da Renault

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Ideias verdes para 2010


Aqui ficam algumas ideias muito simples que podem adoptar para proteger o ambiente (podem adoptar como resoluções do novo ano:):

* Lavar a roupa com a OkoBall e/ou sabão azul;
* Aproveitar as embalagens que deitamos fora todos os dias para fins úteis;
* Limpar o pó com um pano húmido em vez de um produto específico para o efeito;
* Utilizar um filtro de água, em vez de comprar garrafões de água -poupa-se muito dinheiro e, evidentemente, o ambiente ao poupar-se no plástico;
* Evitar o uso de toalhitas;
* Utilizar produtos de higiene com o mínimo de químicos possível- além de não prejudicarem o ambiente, este tipo de produtos não prejudica o nosso corpo.
Os hipermercados já têm alguns produtos deste género e a preços acessíveis. Eu compro os meus no Celeiro Dieta e os preços são os mesmos do supermercado (é preciso saber escolher, claro, mas têm qualidade);
A minha experiência diz-me que o melhor anti-caspa que já experimentei foi sabão azul e o melhor hidratante para o corpo é azeite.
Receita para um exfoliante excelente para o corpo: misturar sal grosso com azeite, é muito bom!
* Evitar velas e certos tipos de incenso ( a maioria é feita de produtos tóxicos que poluem o ambiente em casa)- prefira os incensos naturais e as velas feitas de cera de abelha.

As ideias que aqui deixam são pequenos gestos que se podem adoptar no quotidiano facilmente.
Todas evitam o desperdício, mas também poupam a nossa saúde ao minimizar o contacto do nosso corpo com químicos.


Pode ler mais sobre químicos no site da Quercus.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Para os que têm a mania que as medidas pró ambiente prejudicam a economia...

"As leis ambientais restritivas podem estimular a eficiência e encorajar inovações que tornam as empresas mais competitivas"

Hipótese de Porter (Guru norte-americano da competitividade e estratégia)