sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Planta combate poluição de escritório

Se o ar que respiramos na rua não é tão puro quanto deveria, o problema pode ficar ainda maior em ambientes fechados.

Dentro de casa, ou escritório, a qualidade do ar é bastante preocupante. Em algumas áreas, os ambientes fechados possuem até doze vezes mais poluentes que o ar externo.

Tintas, vernizes, adesivos, móveis, roupas, solventes, materiais de construção e até mesmo água encanada contém os chamados compostos orgânicos voláteis – uma lista que inclui benzeno, xileno, tricloroetileno entre outros.

As doenças associadas a pessoas expostas a esse tipo de poluente vão de asma e náuseas a cancro e problemas reprodutivos. Por isso, Stanley J. Kays, da Universidade de Georgia, na Grécia, liderou um estudo para testar se plantas ornamentais eram capazes de remover esses compostos do ambiente – já que, em países desenvolvidos, chega-se a passar até 90% do tempo em locais fechados.

Ele e sua equipa testaram 28 plantas comuns, cultivadas por oito semanas e depois aclimatizadas a um ambiente interno por três meses antes de serem colocadas em jarras de vidro de 10,5 litros fechadas. Elas foram expostas a benzeno, TCE, tolueno, octano e alfa-pineno.

Amostras de ar foram analisadas por três e seis horas depois da exposição e, de todas as plantas, quatro mostraram índices de absorção bastante altos para todos os compostos: a Hemigraphis alternata (Asa de barata), Hedera helix (hera), Hoya carnosa (flor-de-cera) e Asparagus densiflorus (aspargo pluma).

Já a Tradescantia pallida (trapoeraba roxa) mostrou eficiência ainda maior em apenas quatro dos compostos – benzeno, tolueno, TCE ealfa-pineno.

O estudo foi publicado na HortScience.

in InfoAbril


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O clima na Sagrada Família


Activistas da organização ecologista Greenpeace colocaram hoje uma faixa na igreja Sagrada Família, de Antoni Gaudi, em Barcelona. Os delegados de 175 países vão reunir-se em Espanha de 2 a 6 de Novembro para uma sessão final a fim de tentar desbloquear as negociações climáticas, antes da cimeira de Copenhaga, em Dezembro. Na faixa lê-se "Salvem o Clima".

Foto: Albert Gea/Reuters


in Ecosfera Público

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

350.org

A 350.org é uma campanha internacional que visa criar um movimento para unir o mundo em torno de soluções para a crise climática – as soluções que a justiça nos exige. A missão é inspirar o mundo para que este se erga à altura do desafio da crise climática – criando um novo sentido de urgência e de possibilidade.
O centro da campanha é o número 350 – que são as partes por milhão que os cientistas identificaram como o limite máximo de segurança para o CO2 na nossa atmosfera. Mas 350 é mais do que um número – é um símbolo para onde precisamos caminhar enquanto planeta.
Para parar as alterações climáticas temos de agir rapidamente, e temos de agir em conjunto – e 2009 é um ano absolutamente crucial. Em Dezembro, os líderes mundiais reunir-se-ão em Copenhaga, na Dinamarca, para conceber um novo tratado global sobre redução de emissões. O problema é que o tratado actualmente em jogo não faz jus à severidade da crise climática – não passa no teste dos 350.
Para unir o público, os media e os nossos líderes políticos em torno da meta 350, está a ser usado o poder da Internet para coordenar um dia de acção em nível planetário, 24 de Outubro de 2009.
Esperam-se acções a decorrer em centenas de lugares emblemáticos pelo mundo todo – desde o Taj Mahal à Grande Barreira de Coral, passando pela sua comunidade – a transmitir uma mensagem clara para os líderes mundiais: as soluções para a crise climática têm de ser igualitárias, de ter a ciência por base e de estar a par da dimensão da crise.
Se um movimento internacional de bases responsabilizar os nossos líderes, comprometendo-os com as mais recentes descobertas científicas na área do clima, poderemos começar a transformação global de que precisamos tão desesperadamente.

Podem ver aqui os eventos que irão decorrer amanhã em Portugal.


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Blog action day


Hoje é o dia "Blog Action Day", evento anual que une bloggers de todo o mundo que postam mensagens sobre o mesmo assunto num mesmo dia nos seus próprios blogues, com o objetivo de provocar uma discussão em torno de uma questão de importância global. Este ano a temática são as alterações climáticas.
Este assunto é recorrente neste blogue, ou não fosse este um blogue pelo ambiente.
Já todos conhecemos as causas e consequências das alterações climáticas, mas ainda muito pouco foi efectivamente feito para que as consequências não sejam mais desastrosas do que já estão a ser.
Todos nós temos assistido a tornados e cheias sucessivas que têm levado a mortes e a perdas incalculáveis a diversos níveis. Mas estão longe... Nunca pensamos que essas catástrofes irão cá chegar.
I've got news... O bater de asas de uma borboleta provoca um tornado no outro lado do mundo.

Temos de pensar no mundo que queremos deixar aos nossos filhos. É muito bonito haver políticas natalistas, mas se as gerações vindouras não tiverem um planeta que lhes proporcione qualidade de vida não vale a pena, então, perpetuarmos a espécie.
Porque hão-de os nossos filhos e netos pagar pelos erros que estão a ser cometidos por nós?
Vamos cuidar do planeta que temos para que quem vem a seguir não sofra injustamente.

Que podemos fazer então?
-Alterar os nossos comportamentos de forma a reduzirmos a nossa pegada ecológica.
Não é necessário regredir nem fazer grandes alterações na nossa vida. Basta aplicar o conceito de eficiência: trabalhar com custos mínimos.
Exemplo prático: Tenho de percorrer 10km para ir para o emprego. Se comprar o passe do metro e/ou autocarro/etc. vou gastar menos dinheiro ao fim do mês, vou demorar menos tempo a chegar ao emprego porque não apanho filas, o que reduz o stress consequente das mesmas. Tem a vantagem de poder ler enquanto ando de transportes.
As emissões de Co2 diminuem consideravelmente, o que melhora a qualidade do ar, diminui o número de doenças associadas à poluição do ar e os custos decorrentes do tratamento das doenças.

-Ser interventivo.
Os nossos governantes e responsáveis por este país, em geral, são muito pouco visionários (estou a ser particularmente simpática). Isto deve-se essencialmente a pensarem no bem-estar de um pequeno grupo de pessoas da sua esfera. No entanto, o povo tem o poder. Temos de reivindicar melhores transportes públicos, vias cicláveis, mais árvores, jardins, etc.
Não podemos esperar que essas mentes que nos governam consigam conceber estas ideias porque são ideias que, de facto, exigiriam muito dos seus pequenos cérebros. Por isso como cidadãos que pagamos os nossos impostos, temos o dever de exigir melhores condições a nível ambiental e outras, claro.
Não podemos continuar com a mentalidade que nos caracteriza "Vão sem mim que eu vou lá ter..."
Exige-se, actualmente, face à grave problemática ambiental uma mudança de posicionamento. Temos de ser activos, não é o vizinho do lado sozinho que vai resolver o problema, somos TODOS.

E deixo aqui dois provérbios antigos que fazem parte da minha forma de viver e que se fizessem parte da da maior parte das pessoas,o mundo não teria este tipo de problemas.

"Se todos varrêssemos o nosso quintal, o mundo inteiro estaria limpo."
"Não herdámos o mundo dos nossos avós, pedimo-lo emprestado aos nossos netos."

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

The fun theory



Funciona!
Devíamos pensar em utilizar esta técnica por cá!Há sítios que precisam desesperadamente de caixotes do lixo deste género e muito mais!

O que faz com os seus cabos?


Foi lançada pela Abraço, no passado dia 23 de Setembro, quarta-feira, pelas 15:30, a Campanha de Recolha de Cabos Eléctricos, no Centro Comercial DOLCE VITA TEJO.

Esta acção tem como objectivo a recolha de cabos eléctricos, sem qualquer utilidade, que serão enviados para reciclagem. As verbas revertem na íntegra para a reconstrução da Casa Ser Criança, que será um Centro de Acolhimento e Apoio a crianças, cujos pais são portadores de VIH/SIDA.

A Abraço tem como grandes parceiros nesta iniciativa, a Chamartin Imobiliária, que, através dos Centros Comerciais Dolce Vita, serão centros de recolha/depósitos de cabos, e ainda os CTT, através do Programa de Exclusão contra a Pobreza. Qualquer pessoa pode enviar os seus cabos via CTT gratuitamente, de qualquer ponto do país, utilizando as caixas solidárias disponibilizadas para o efeito.

in Abraço

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Dia Nacional da Água

Hoje é o dia nacional da água-esse bem tão precioso e cada vez mais raro que devemos preservar se queremos sobreviver.
No blog Pavilhão da Água pude ver um vídeo que mostra como poupar água. Nunca é demais lembrar.

Concurso Tetra Pak


A Tetra Pak dá-lhe a oportunidade de ganhar uma fantástica viagem à Amazónia.

Para isso só tem de desenvolver uma peça criativa tendo como base as embalagens da Tetra Pak, utilizar a cor amarela e escrever uma mensagem ambiental original.
Veja os passos a seguir e os exemplos:

Peça criativa manual:

1 – Utilize uma ou mais embalagens da Tetra Pak onde o selo esteja visível.
2 – Crie uma peça original com as embalagens, utilize a cor amarela e inclua uma frase ambiental.
3 – Fotografe a sua peça criativa e faça o upload para o site.


Mais informações em Simenoamarelo

Blog maneiro



A Ana do blog O blog que já devia ter sido escrito atribuiu-me o prémio de blog maneiro.
Desde já agradeço à Ana pelo selo. É bom saber que apreciam o nosso trabalho.
As regras são :


1. Exibir a imagem do selo
2. postar o link do blogue que os escolheu
3. indicar outros blogues
4. avisar os blogues escolhidos
5. publicar as regras
6. conferir se repassaram o selo e as regras

Os blogs que nomeio são:
O único planeta que temos
Quinta Nemus
Econsciência

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

"Precisa-se de matéria prima para construir um País" Eduardo Prado Coelho

Recebi um e-mail fantástico da Nídia Nobre, a autora do blog re.bag! que decidi partilhar com vocês.
Mostra bem o que é necessário para resolver os problemas do nosso país.
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos .

Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL,DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porqueconseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa ?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados !
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa ?... MEDITE !

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Onde estão os marketeers?

As duas últimas semanas foram palco de dois acontecimentos de referência no que toca a sustentabilidade, O Green Project Awards e o Green Festival. Ambos na sua segunda edição, foram um sucesso e deixaram claro que não existe volta atrás na temática da sustentabilidade.
Participaram nos dois eventos altas personalidades nacionais e internacionais, e assistiram aos dois eventos um vasto leque de personalidades políticas e empresarias ao mais alto nível.
Ministros e presidentes das grandes empresas portuguesas assumiram um papel de destaque em ambos, não deixando qualquer margem de dúvida que o tema além de estar na moda, é um tema de grande importância e está no topo da agenda de quem lidera o nosso País. Seja na área empresarial como governamental.
A minha maior surpresa foi ter visto poucos marketeers e profissionais da comunicação empresarial.
Se o tema está na moda não deveriam os marketeers estar mais atentos?
Se está no topo das agendas dos CEO´s não deveria estar também na agenda do marketeers?
Ambos eventos têm como objectivo final promover a mudança de mentalidade empresarial e do público em geral. Demonstrar que cada indivíduo independentemente de profissão, cargo, idade, ou qualquer outro factor sócio demográfico também pode fazer a diferença.
Os marketeers têm-se transformado em reactivos, em vez de pro-activos, detectando as necessidades dos consumidores que são cada vez mais exigentes, preocupados e melhor informados. Vão atrás da evolução do consumidor, em vez de se assumirem como o motor da mudança. Se os marketeers não se interessarem por esta área, e continuarem a sentir que isto não é do pelouro deles, estão a deixar espaço para outros departamentos assumirem a liderança do negócio.

Se os marketeers continuarem a usar o chavão unicamente para campanhas promocionais de duvidável credibilidade, continuarão a cair no erro do “Green Washing”, e o consumidor não vai perdoar com as respectivas implicações.
A desculpa que o preço é o factor decisor, serve unicamente para aqueles que não sabem procurar a vantagem competitiva para realmente se diferenciar na mente do consumidor.
A relevância e a potencialidade de procurá-la nas várias vertentes da sustentabilidade é enorme. De que estão a espera?
A sustentabilidade não é uma moda ou uma tendência. É uma mudança cultural sísmica, e ela está aqui para ficar.
Estas tendências desafiam os modelos convencionais de compra em todas as etapas.
Sendo o desenvolvimento de negócios e marcas sustentáveis uma vantagem competitiva, porque não se interessam os marketeers por esta área?
Que papel devem os marketeers desempenhar nas estratégias de desenvolvimento sustentável?
Por Victoria San Martin
in Imagens de Marca

P.S Subscrevo as palavras desta senhora. Parece-me que os marketeers actuais ainda têm uma visão muito curta. Mas se não olharem para o futuro e anteciparem necessidades e tendências do consumidor lá se vai o emprego...
E eu estive lá:)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O que é preciso mais?



Estas são imagens de cheias que têm afectado alguns países.
O que é preciso mais para as pessoas perceberem que este tipo de fenómenos climáticos está a aumentar? E por nossa culpa!
Não são os bens e familiares dos principais líderes mundiais, caso contrário apareciam logo medidas concretas para amenizar as alterações climáticas.