sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
A poluiçao nao é apenas lixo no chao
Depois de ler o post "A importância de respeitar os outros" no blogue A Felicidade é o Caminho achei importante falar de pessoas que têm uma personalidade poluidora.
Citando a Mafalda:
"Não valorizamos as pessoas bem educadas. As que conseguem fazer-se ouvir sem megafone. As que não poluem o mundo.
É tão mais fácil falar alto e empurrar os outros. É tão mais fácil
ser bruto. Depois dizemos 'Ai eu sou muito directa, comigo é tudo pão
pão, queijo queijo, digo tudo o que penso'. Isso
não é honestidade, é malcriadice, preguiça e egocentrismo. As pessoas
delicadas também dizem o que pensam: mas sabem dizê-lo sem magoar os
outros. Não são hipócritas: são generosas. Dão-se a esse trabalho.
Porque ser delicado dá trabalho".
Sim,é mau deitar lixo para o chao e nao respeitar o meio ambiente. Mas nao será igualmente mau ser-se rude, mal-educado para com as pessoas que encontramos todos os dias?
Nao falo apenas das pessoas que conhecemos e trabalhamos, mas também aquelas com quem cruzamos todos os dias.
Eu vivo numa grande cidade, todos os dias ando em transportes apinhados de gente que se acotovela para entrar e sair numa determinada paragem. Se entra uma senhora mais velha, grávida ou com uma criança sao poucas as pessoas que cedem o seu lugar.
É esta a sociedade que queremos? Egoísta e mal-educada?
Nao é a que eu quero. Por isso sorrio às pessoas pela manha, digo bom-dia, nao empurro as pessoas,cedo o meu lugar a pessoas que precisem.
Pode ser pequeno, mas é o meu pequeno contributo diário para um mundo melhor.
P.S. Escrevo num teclado espanhol e nao tenho til. As minhas desculpas.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
A todos os heróis que eu conheço...
Felizmente tenho tido a sorte de me cruzar com algumas pessoas que se dedicam a tornar o mundo um sítio melhor PARA TODOS!
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
We are all connected

"People, even more than things, have to be restored, renewed, revived, reclaimed and redeemed. Never throw out anyone."
Audrey Hepburn
In Humanity Healing
Audrey Hepburn
In Humanity Healing
sábado, 11 de agosto de 2012
Onde estão as pessoas que contribuem para um mundo melhor?
O ser humano é uma figura que eu não vou entender nem que viva muitos anos.
Quando olho em volta vejo que muitas pessoas têm filhos ou querem ter filhos mas quando se abordam questões de sustentabilidade a maioria vira costas. Do meu ponto de vista quem tem ou quer ter filhos não se deveria preocupar em deixar um mundo melhor para eles?
Se calhar o problema é meu que acho que o planeta é de todos (os que estão e os que vão estar) e não consigo conceber viver uma vida que ajude a destruir o bem-estar dos outros e viver apenas para o umbigo.
Vivemos numa sociedade adormecida em que a maioria de nós apenas vive para si e para quem os outros não representam nada. Não consigo perceber esta forma de viver. Quando morrermos e olharmos para trás o que deixámos, afinal de contas?
Eu sei que há pessoas que fazem da sua vida um contributo para um mundo melhor,mas ainda não o suficiente para o equilíbrio.
E se todos nós uma vez por semana usássemos o nosso tempo para contribuir para um mundo melhor?
Esta é apenas uma reflexão, as acções ficam ao critério de cada um...
Quando olho em volta vejo que muitas pessoas têm filhos ou querem ter filhos mas quando se abordam questões de sustentabilidade a maioria vira costas. Do meu ponto de vista quem tem ou quer ter filhos não se deveria preocupar em deixar um mundo melhor para eles?
Se calhar o problema é meu que acho que o planeta é de todos (os que estão e os que vão estar) e não consigo conceber viver uma vida que ajude a destruir o bem-estar dos outros e viver apenas para o umbigo.
Vivemos numa sociedade adormecida em que a maioria de nós apenas vive para si e para quem os outros não representam nada. Não consigo perceber esta forma de viver. Quando morrermos e olharmos para trás o que deixámos, afinal de contas?
Eu sei que há pessoas que fazem da sua vida um contributo para um mundo melhor,mas ainda não o suficiente para o equilíbrio.
E se todos nós uma vez por semana usássemos o nosso tempo para contribuir para um mundo melhor?
Esta é apenas uma reflexão, as acções ficam ao critério de cada um...
domingo, 22 de julho de 2012
É mais barato ser ecológico em Espanha
Por motivos profissionais mudei-me recentemente para Espanha. É claro que uma das primeiras tarefas que tive de realizar foi fazer compras. É com muito agrado que constato que em qualquer supermercado posso encontrar produtos como champô, detergente, gel de banho, algodão, etc. ecológicos (ou pelo menos é o que diz o rótulo). E o melhor de tudo é que é muito, mas muito mais barato que em Portugal (talvez porque muitas marcas são fabricadas cá). Por isso estou contente.
Relativamente à comida ainda não estou completamente satisfeita. O Carrefour tem uma secção de frutas e verduras biológicas, mas ainda não estou completamente convencida.
Não estou muito preocupada pois fui recentemente a Portugal e trouxe verduras, ovos e etc. da quinta de familiares :) Vou procurar melhor.
Relativamente à comida ainda não estou completamente satisfeita. O Carrefour tem uma secção de frutas e verduras biológicas, mas ainda não estou completamente convencida.
Não estou muito preocupada pois fui recentemente a Portugal e trouxe verduras, ovos e etc. da quinta de familiares :) Vou procurar melhor.
domingo, 15 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
Change the world
Gosto imenso desta música pois tem tudo a ver comigo e com a minha vida :)
I can change the world
With my own two hands
Make a better place
With my own two hands
Make a kinder place
Oh- with my
Oh- with my own two hands
With my own
Oh- with my own two hands
With my own
With my own two hands
I can make peace on earth
With my own two hands
And I can clean up the earth
Oh- with my own two hands
And I can reach out to you
Oh- with my own two hands
With my own
With my own two hands
Oh- with my own
Oh- with my own two hands
I'm gonna make it a brighter place
(with my own)
I'm gonna make it a safer place
(with my own)
I'm gonna help the human race
(with my own)
(with my own two hands)
Now I can hold you
With my own two hands
And I can comfort you
With my own two hands
But you got to use
Use your own two hands
Use your own
Use your own two hands
Use your own two hands
And with our own
With our own two hands
With our
With our
With our own two hands
Oh- with my own
With my own two hands
I'm gonna make it a brighter place
(with my own)
I'm gonna make it a safer place
(with my own)
I'm gonna help the human race
(with my own)
Oh- make it a brighter place
(with my own)
I can hold you
(with my own)
And I can comfort you
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Sê feliz e muda o teu mundo
"Ficamos mais ricos,mas não ficámos mais felizes... e ficámos mais sozinhos."
"A felicidade cria-se nas relações."
Não tenho muitas dúvidas de que o facto de nos sentirmos mais sozinhos nos torne mais tristes e, pior, mais propensos à insensibilidade relativamente às outras pessoas, aos animais, ao nosso planeta...
Sim,eu tenho uma visão holística do mundo-para mim está tudo ligado.
"A felicidade cria-se nas relações."
Não tenho muitas dúvidas de que o facto de nos sentirmos mais sozinhos nos torne mais tristes e, pior, mais propensos à insensibilidade relativamente às outras pessoas, aos animais, ao nosso planeta...
Sim,eu tenho uma visão holística do mundo-para mim está tudo ligado.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Desabafo para as 2 ou 3 pessoas que lêem o meu blogue
Fiz recentemente uma formação promovida pela empresa em que trabalho sobre liderança.
Fiquei agradavelmente surpreendida com a formação pois esta foi direccionada para a liderança de nós próprios e não dos outros. A essência da formação era a de que nós mudamos o mundo ao mudarmo-nos a nós próprios.
Num dos grupos de discussão em que debatíamos sobre os nossos objectivos para a vida,os meus dois colegas olharam para mim quando acabei de falar e disseram:
-Ana, que diferente! (ler com sotaque espanhol)
Aí caiu-me a ficha e senti-me muito mal. Todo o trabalho de aceitação de mim mesma que tenho feito ao longo do tempo revelou-se insuficiente perante o olhar incrédulo dos meus colegas espanhóis.
E não é por serem espanhóis que olharam para mim espantados com o que ouviram.
Sistematicamente tenho o problema de ser diferente do resto da humanidade e de não partilhar dos objectivos que a sociedade em geral tem. Custou-me muito a aceitar que sou uma pessoa diferente com ideias diferentes e pensava que já tinha ultrapassado isso.
Mas naquele dia percebi que não.
Qual o preço a pagar pela diferença?
A dificuldade de adaptação e convivência em sociedade, o ter os amigos constantemente a brincar com os meus hábitos alimentares é algo a que já estou habituada e convivo bem.
Mas será que esta forma de ser e de estar não me levará à solidão? Quem quer ter a seu lado uma ambientalista, praticante de tai chi e reiki que quer mudar o mundo e adoptar uma criança de outra raça ou doente?
Ainda que faça algumas concessões quando estou em sociedade, vou sempre preferir seguir os meus ideais e ter menos amigos e nenhum namorado do que rodear-me de pessoas vazias.
Mas claro que me questiono muitas vezes se valerá a pena? Não seria mais fácil seguir o "rebanho"?
Fiquei agradavelmente surpreendida com a formação pois esta foi direccionada para a liderança de nós próprios e não dos outros. A essência da formação era a de que nós mudamos o mundo ao mudarmo-nos a nós próprios.
Num dos grupos de discussão em que debatíamos sobre os nossos objectivos para a vida,os meus dois colegas olharam para mim quando acabei de falar e disseram:
-Ana, que diferente! (ler com sotaque espanhol)
Aí caiu-me a ficha e senti-me muito mal. Todo o trabalho de aceitação de mim mesma que tenho feito ao longo do tempo revelou-se insuficiente perante o olhar incrédulo dos meus colegas espanhóis.
E não é por serem espanhóis que olharam para mim espantados com o que ouviram.
Sistematicamente tenho o problema de ser diferente do resto da humanidade e de não partilhar dos objectivos que a sociedade em geral tem. Custou-me muito a aceitar que sou uma pessoa diferente com ideias diferentes e pensava que já tinha ultrapassado isso.
Mas naquele dia percebi que não.
Qual o preço a pagar pela diferença?
A dificuldade de adaptação e convivência em sociedade, o ter os amigos constantemente a brincar com os meus hábitos alimentares é algo a que já estou habituada e convivo bem.
Mas será que esta forma de ser e de estar não me levará à solidão? Quem quer ter a seu lado uma ambientalista, praticante de tai chi e reiki que quer mudar o mundo e adoptar uma criança de outra raça ou doente?
Ainda que faça algumas concessões quando estou em sociedade, vou sempre preferir seguir os meus ideais e ter menos amigos e nenhum namorado do que rodear-me de pessoas vazias.
Mas claro que me questiono muitas vezes se valerá a pena? Não seria mais fácil seguir o "rebanho"?
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