"Dependemos de ellas porque internamente somos pobres y ocultamos esa pobreza de ser con cosas, estas acumulaciones externas, estas posesiones superficiales, se vuelven tan tremendamente importantes que estamos dispuestos a mentir, a estafar,a luchar y a destruirnos unos a otros. Las cosas se han convertido en um medio para tener poder y gloria, pero sin comprender la naturaleza del ser."
in La crisis no es externa, es interna
segunda-feira, 4 de junho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
Quando percebermos que somos o problema, percebemos que podemos ser a solução
"Se desejarem mudar o governo, não se foquem em mudar o governo,não chegarão a lado nenhum. Têm de mudar as corporações,porque o governo é apenas um fantoche das corporações. Bem, se desejarem mudar as corporações terão de mudar os consumidores. Deixámos de ser cidadãos para passarmos a ser consumidores.Somos nós que alimentamos as corporações que temos de mudar.Então, uma vez que tenhamos descoberto que somos parte do problema, então, poderemos, finalmente, ser parte da solução."
in a Arte do Poder
in a Arte do Poder
sábado, 5 de maio de 2012
Só para mulheres

Mais uma vez reitero que para criarmos um mundo melhor temos de melhorar o nosso próprio mundo, o nosso interior.
Como tal,não posso resisitir a publicitar o workshop da minha querida amiga Mónica Fernandes (que tanto me ajudou a mim) :
Nos tempos que correm nem sempre é fácil a mulher actual:
Como tal,não posso resisitir a publicitar o workshop da minha querida amiga Mónica Fernandes (que tanto me ajudou a mim) :
Nos tempos que correm nem sempre é fácil a mulher actual:
- Gerir Carreira…
- Tempo…
- Emoções…
- Maternidade…
- Inteligência…
- Relações … e ainda ter tempo para SI!
Baseada na experiência de ser Mãe, Mulher, Profissional, Amiga, Companheira… entre tantas outras solicitações criei Um Workshop Dinâmico… Activo… e Prático... Um dia Inteiro para SI!
O COACHING FEMININO NA PRÁTICA
Um evento para todas as Mulheres que querem apostar no seu Desenvolvimento Pessoal e Criatividade. Para todas as Mulheres que querem conhecer e aumentar as suas forças, aumentar a capacidade de gerir a sua vida.
Para obter um conjunto de ferramentas que ajudam a aumentar: auto estima, auto confiança, autoconhecimento, eficácia e qualidade de vida.
Objectivos:
Conhecer e aplicar técnicas e ferramentas que favorecem:
Gestão de emoções
Motivação
Identificar e desenvolver Forças e Competências Pessoais
Gestão de Tempo e Stress, planeamento
Bem estar pessoal
Adoptar uma Atitude positiva
Criar objectivos e Método para atingi-los com Sucesso.
Venha Despertar a FANTÁSTICA Mulher dentro de Si!
Lisboa 16 Junho 2012 9 às 18h ( local a definir)
Coimbra 23 Junho 2012 9 às 18h ( Hotel Tivoli )
Facilitadora: Mónica Fernandes
Investimento: 50€ ( inscrições até 31 Maio)
Para Informações e Inscrições
Monica.fernandes@beateliercoaching.com
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Acerca dos tumultos de ontem
Uma sociedade de pessoas que aproveitam um feriado para ir para uma superfície comercial fazer compras de produtos que maioritariamente não necessitam, agredindo outros clientes e funcionários é uma sociedade doente e podre. Descemos baixo.
sábado, 28 de abril de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Love
Se a maioria seguisse esta filosofia o mundo seria com certeza um mundo melhor.
"If you want your loved ones to be happy, you must learn to understand their sufferings and aspirations. When you understand, you will know how to relieve their sufferings and how to help them fulfill their aspirations. That is true love. If you only want you loved ones to follow your own ideas and you remain ignorant of their needs, it
is not truly love. It is only a desire to possess another and attempt
to fulfill your own needs, which cannot be fulfilled in that way."
Retirado daqui.
Muitos dos posts que tenho colocado aqui se referem ao amor. Não estou a falar do típico amor entre homem e mulher ou mãe e filho. Referem-se ao amor por aquilo que fazemos, amor por nós próprios, amor pelo planeta, amor pelo próximo.
Constato, então, que a crise que vivemos actualmente é uma crise de falta de amor.
O mundo actual educa-nos para sermos competitivos e ter uma profissão em que se ganhe muito dinheiro.Não nos educa nem exalta que devemos trabalhar naquilo em que gostamos, em que somos felizes a fazer. Contentamo-nos em ser mais um número e não ambicionamos a ser diferentes, a ser algo mais, a contribuir para um mundo melhor.
A sociedade mostra-nos todos os dias imagens de uma pseudo-perfeição que nos diz o quão feios somos e o quanto temos de comprar para mudar isso.
As empresas e estados não têm o menor respeito pelo planeta, pelos seus recursos, pelos seus habitantes.
Todos os dias os media nos mostram imagens de violência, lavando-nos o cérebro para que interiorizemos preconceitos relativamente a raças e religiões.
A crise que vivemos actualmente é muito mais que uma crise financeira, económica ou política. É uma crise de valores sobre o que é mais importante para os homens. E enquanto o amor não suplantar o dinheiro a crise não vai passar.
Muitos dos posts que tenho colocado aqui se referem ao amor. Não estou a falar do típico amor entre homem e mulher ou mãe e filho. Referem-se ao amor por aquilo que fazemos, amor por nós próprios, amor pelo planeta, amor pelo próximo.
Constato, então, que a crise que vivemos actualmente é uma crise de falta de amor.
O mundo actual educa-nos para sermos competitivos e ter uma profissão em que se ganhe muito dinheiro.Não nos educa nem exalta que devemos trabalhar naquilo em que gostamos, em que somos felizes a fazer. Contentamo-nos em ser mais um número e não ambicionamos a ser diferentes, a ser algo mais, a contribuir para um mundo melhor.
A sociedade mostra-nos todos os dias imagens de uma pseudo-perfeição que nos diz o quão feios somos e o quanto temos de comprar para mudar isso.
As empresas e estados não têm o menor respeito pelo planeta, pelos seus recursos, pelos seus habitantes.
Todos os dias os media nos mostram imagens de violência, lavando-nos o cérebro para que interiorizemos preconceitos relativamente a raças e religiões.
A crise que vivemos actualmente é muito mais que uma crise financeira, económica ou política. É uma crise de valores sobre o que é mais importante para os homens. E enquanto o amor não suplantar o dinheiro a crise não vai passar.
Liberdade
Hoje celebra-se em Portugal o dia da Liberdade.
Para mim a verdadeira liberdade seria podermos viver em comunhão com os restantes seres humanos e com a Terra. Sem obstáculos de ordem económica-financeira.
Enquanto existir a ditadura do mercado não seremos verdadeiramente livres...
Para mim a verdadeira liberdade seria podermos viver em comunhão com os restantes seres humanos e com a Terra. Sem obstáculos de ordem económica-financeira.
Enquanto existir a ditadura do mercado não seremos verdadeiramente livres...
terça-feira, 24 de abril de 2012
"Cerca de 360 mil portugueses passam fome. Enquanto isso, estima-se que todos os dias 50 mil refeições são desperdiçadas de norte a sul do país. O movimento Zero Desperdício está a aproveitar os bens alimentares que antes acabavam no lixo – comida que nunca saiu da cozinha, comida cujo prazo de validade se aproxima do fim, ou comida que não foi exposta nem esteve em contacto com o público – fazendo-os chegar a pessoas que dela necessitam. Ao entrar num estabelecimento com o selo Zero Desperdício, tem a certeza de que todas essas refeições são aproveitadas e encaminhadas para a mesa de alguém. Uma iniciativa em que os estabelecimentos e os clientes participam sem gastarem um cêntimo."
Mais informação em Zero Desperdício.
Mais informação em Zero Desperdício.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Consumismo provoca depressão
Nada que não tivesse já sido falado aqui...
Uma pesquisa realizada pela Northwestern University, nos EUA, publicada na segunda-feira, 9 de Abril, apontou que as pessoas que dão alto valor para riqueza, status e bens materiais são mais depressivas, ansiosas e menos sociáveis do que as pessoas que não se importam tanto com essas questões.
Segundo o estudo, publicado no jornal científico Psychological Science, o materialismo não é apenas um problema individual, mas também ambiental. "Nós descobrimos que, independentemente da personalidade, em situações que activam uma mentalidade consumista, as pessoas apresentam os mesmos tipos de padrões problemáticos no bem-estar.
Nas experiências, estudantes universitários foram expostos a imagens e palavras que remetiam a bens de luxo e valores consumistas, enquanto outros viam cenas neutras e sem essa conotação.Ao preencher um questionário após a experiência, aqueles que olharam para fotos de carros, produtos electrónicos e jóias se avaliaram mais depressivos e ansiosos, menos interessados em actividades colectivas e mais em actividades solitárias.
Essas pessoas ainda demonstraram mais competitividade e menos desejo de investir seu tempo em actividades sociais, como trabalhar para uma boa causa. Para a psicóloga, os resultados da pesquisa têm implicações sociais e pessoais muito grandes. Segundo Galen, tornou-se comum usar o termo “consumidor” como uma designação genérica para as pessoas, seja nos noticiários, nos governos ou nos mercados. Para ela, utilizar a palavra “cidadão”, no lugar, já pode activar “diferentes preocupações psicológicas”. Galen também recomenda iniciativas pessoais para reduzir os efeitos do consumismo, como isolar a mentalidade materialista, evitar os maus estímulos, como a publicidade, e “ver menos TV”.
in Eco Desenvolvimento
Uma pesquisa realizada pela Northwestern University, nos EUA, publicada na segunda-feira, 9 de Abril, apontou que as pessoas que dão alto valor para riqueza, status e bens materiais são mais depressivas, ansiosas e menos sociáveis do que as pessoas que não se importam tanto com essas questões.
Segundo o estudo, publicado no jornal científico Psychological Science, o materialismo não é apenas um problema individual, mas também ambiental. "Nós descobrimos que, independentemente da personalidade, em situações que activam uma mentalidade consumista, as pessoas apresentam os mesmos tipos de padrões problemáticos no bem-estar.
Nas experiências, estudantes universitários foram expostos a imagens e palavras que remetiam a bens de luxo e valores consumistas, enquanto outros viam cenas neutras e sem essa conotação.Ao preencher um questionário após a experiência, aqueles que olharam para fotos de carros, produtos electrónicos e jóias se avaliaram mais depressivos e ansiosos, menos interessados em actividades colectivas e mais em actividades solitárias.
Essas pessoas ainda demonstraram mais competitividade e menos desejo de investir seu tempo em actividades sociais, como trabalhar para uma boa causa. Para a psicóloga, os resultados da pesquisa têm implicações sociais e pessoais muito grandes. Segundo Galen, tornou-se comum usar o termo “consumidor” como uma designação genérica para as pessoas, seja nos noticiários, nos governos ou nos mercados. Para ela, utilizar a palavra “cidadão”, no lugar, já pode activar “diferentes preocupações psicológicas”. Galen também recomenda iniciativas pessoais para reduzir os efeitos do consumismo, como isolar a mentalidade materialista, evitar os maus estímulos, como a publicidade, e “ver menos TV”.
in Eco Desenvolvimento
domingo, 15 de abril de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)

