terça-feira, 24 de abril de 2012

"Remember we all in this together!

Love the earth (and it love you back)

Imagem retirada daqui.
"Cerca de 360 mil portugueses passam fome. Enquanto isso, estima-se que todos os dias 50 mil refeições são desperdiçadas de norte a sul do país. O movimento Zero Desperdício está a aproveitar os bens alimentares que antes acabavam no lixo – comida que nunca saiu da cozinha, comida cujo prazo de validade se aproxima do fim, ou comida que não foi exposta nem esteve em contacto com o público – fazendo-os chegar a pessoas que dela necessitam. Ao entrar num estabelecimento com o selo Zero Desperdício, tem a certeza de que todas essas refeições são aproveitadas e encaminhadas para a mesa de alguém. Uma iniciativa em que os estabelecimentos e os clientes participam sem gastarem um cêntimo."
Mais informação em Zero Desperdício.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Consumismo provoca depressão

Nada que não tivesse já sido falado aqui...

Uma pesquisa realizada pela Northwestern University, nos EUA, publicada na segunda-feira, 9 de Abril, apontou que as pessoas que dão alto valor para riqueza, status e bens materiais são mais depressivas, ansiosas e menos sociáveis do que as pessoas que não se importam tanto com essas questões.

Segundo o estudo, publicado no jornal científico Psychological Science, o materialismo não é apenas um problema individual, mas também ambiental. "Nós descobrimos que, independentemente da personalidade, em situações que activam uma mentalidade consumista, as pessoas apresentam os mesmos tipos de padrões problemáticos no bem-estar.
Nas experiências, estudantes universitários foram expostos a imagens e palavras que remetiam a bens de luxo e valores consumistas, enquanto outros viam cenas neutras e sem essa conotação.Ao preencher um questionário após a experiência, aqueles que olharam para fotos de carros, produtos electrónicos e jóias se avaliaram mais depressivos e ansiosos, menos interessados em actividades colectivas e mais em actividades solitárias.

Essas pessoas ainda demonstraram mais competitividade e menos desejo de investir seu tempo em actividades sociais, como trabalhar para uma boa causa. Para a psicóloga, os resultados da pesquisa têm implicações sociais e pessoais muito grandes. Segundo Galen, tornou-se comum usar o termo “consumidor” como uma designação genérica para as pessoas, seja nos noticiários, nos governos ou nos mercados. Para ela, utilizar a palavra “cidadão”, no lugar, já pode activar “diferentes preocupações psicológicas”. Galen também recomenda iniciativas pessoais para reduzir os efeitos do consumismo, como isolar a mentalidade materialista, evitar os maus estímulos, como a publicidade, e “ver menos TV”.

in Eco Desenvolvimento

domingo, 15 de abril de 2012

Questão do dia...

Porque continuamos a insistir nisto?





Em vez disto?

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Do what you love

Este vídeo foi uma das inspirações para o projecto Amélie.
Para se ser feliz ajuda muito fazer aquilo que se gosta. Mas ser feliz dá trabalho...
Mas se não se gosta daquilo que se faz é necessário mudar...
Nem sempre é fácil a mudança, mas se não mudarmos fica tudo na mesma... É óbvio, não é?
Se fizéssemos o que gostamos e fôssemos felizes o mundo seria um sítio melhor...
Felizmente já conheço algumas pessoas que fizeram mudanças radicais na vida, contra tudo e contra todos, dedicando-se aos outros e fazendo aquilo que realmente gostavam.
Obrigada,vocês são uma inspiração!


Nova vida às t-shirts


Nos Estados Unidos, 95% das t-shirts doadas a instituições humanitárias são enviadas para países em desenvolvimento. Um grupo de cinco jovens “caça” essas t-shirts em mercados na Tanzânia e no Quénia, transforma-as em adereços de moda, e reenvia-as para os Estados Unidos. Loucura? Não, trata-se do Projecto Repat, iniciativa solidária que doa 100% dos seus lucros a organizações sem fins lucrativos, e que paga salários justos aos artesãos dos países onde resgatam as t-shirts.

Mais informações em http://www.projectrepat.org/

In Revista Gingko

sexta-feira, 6 de abril de 2012

REINVENTAR UM PORTUGAL MAIS RISONHO

REINVENTAR UM PORTUGAL MAIS RISONHO surge na sequência de um post anterior a respeito do negativismo lusitano. Gostaríamos muito que estas nuvens que parecem encobrir a nossa alma e olhar se fossem, pouco a pouco, dissipando, deixando perceber toda a luz que irradia de Portugal. Sim, Portugal é um país luminoso!
Não falamos só da luz que irradia deste céu que nos acolhe, mas do nosso potencial em estabelecer pontes e diálogos entre povos e culturas. Potencial que se ancora na história de Portugal, na sua situação geográfica, na sua língua (240 milhões de falantes). Este potencial universalista só poderá ser efectivamente materializado num outro olhar sobre o nosso país. Numa reforma de mentalidades, também, que se consubstancie numa outra ética, na promoção de um desenvolvimento que salvaguarde a harmonia ambiental e o bem-estar de todos.
Consideramos que este blog só faz sentido numa construção colectiva e, por isso, pedimos a vossa colaboração: PARTILHAR as maravilhas diárias com que se sentem brindados a cada dia (desde o sumo de laranja que saboreiam na praia ao fim da tarde, passando pela diversidade de paisagens que vos regala os sentidos, às novas ideias, iniciativas, talentos e projectos que nos fazem avançar).
Vamos REINVENTAR UM PORTUGAL MAIS RISONHO?
 
Quem quiser colaborar por favor indique email para convite.
Contamos com todas as vossas colaborações positivas :)

quinta-feira, 29 de março de 2012

sábado, 24 de março de 2012

A tristeza saiu à rua

Há pouco saí à rua para ir fazer umas compras. Como acontece quando tenho um pouco mais de tempo analisei melhor as pessoas que passam por mim. E não posso dizer muitas coisas positivas...
Não estou em modo crítico, apenas constato que as pessoas não são felizes.
Vi pessoas com semblantes tristes,vi pessoas agressivas, vi pessoas que discutiam com o cônjuge e/ou filho,vi pessoas que fumavam com um olhar vazio... Não sei se neste curto caminho que fiz, mas com muita gente porque eu moro numa rua mega movimentada, se vi alguém a sorrir. Acho que não.
Sim, o meu blog é sobre ambiente,mas o ambiente somos todos nós e se nós não estivermos bem não podemos tornar bom o mundo à nossa volta.
A questão que me assola é porque estamos todos tão adormecidos nos nossos problemas? Porque não olhamos para o que temos ao invés do que não temos? Porque não abraçamos o amor na nossa vida?
É estranho verificar que o ser humano é muito complicado, de tal forma que complica o que é simples, que é viver.
Talvez a quantidade avassaladora de mensagens(publicitárias e não só) que recebemos no nosso dia-a-dia que nos dizem o quão maus, feios, gordos, lentos, burros ,etc. nós somos, nos distraiam e nos façam concentrar em não o ser e comprar tudo aquilo que estiver ao nosso alcance para não sermos tão maus, feios, gordos, lentos,burros, etc. quanto pensamos ser.
A sensação que tenho é que se não mudarmos de rumo rapidamente caminhamos para um suicídio colectivo, porque o ser humano tem cada vez mais comportamentos auto-destrutivos.

Não tenho uma receita para esta situação mas partilho esta imagem que pode ajudar:




Imagem retirada daqui

terça-feira, 20 de março de 2012

La erosión de la «Relational Matrix»

"Hoy en el mundo hay mucha gente, de las más distintas procedencias, preocupada por la crisis actual que engloba un conjunto de otras crisis. Cada una trae luz. Y toda luz es creadora. Pero, por mi parte, que vengo de la filosofía y de la teología, siento la necesidad de una reflexión que vaya más hondo, a las raíces, donde lentamente ella se originó y que hoy estalla con toda su virulencia. A diferencia de otras crisis anteriores, ésta tiene una particularidad: en ella está en juego el futuro de la vida y la continuidad de nuestra civilización. Nuestras prácticas están yendo contra el curso evolutivo de la Tierra. Ésta nos ha creado un lugar amigable para vivir pero nosotros no nos estamos mostrando amigables con ella. Le hacemos una guerra sin tregua en todos los frentes, sin ninguna posibilidad de vencer. Ella puede continuar sin nosotros. Nosotros, sin embargo, la necesitamos.

Estimo que el origen próximo (no vamos a retroceder hasta el homo faber de hace 2 millones de años) se encuentra en el paradigma de la modernidad que fragmentó lo real y lo transformó en un objeto de ciencia y en un campo de intervención técnica. Hasta entonces la humanidad se entendía normalmente como parte de un cosmos vivo y lleno de sentido, sintiéndose hijo e hija de la Madre Tierra. Ahora ésta ha sido transformada en un almacén de recursos. Las cosas y los seres humanos están desconectados entre sí, siguiendo cada cual un curso propio. Este giro produjo una concepción mecanicista y atomizada en la realidad que está erosionando la continuidad de nuestras experiencias y la integridad de nuestra psique colectiva.

La secularización de todas las esferas de la vida nos quitó el sentimiento de pertenencia a un Todo mayor. Estamos descentrados y sumergidos en una profunda soledad. Lo opuesto a una visión espiritual del mundo no es el materialismo o el ateísmo, es el desenraizamiento y el sentimiento de que estamos solos y perdidos en el universo, cosa que una visión espiritual del mundo impedía.

Este conjunto de cuestiones subyace tras la actual crisis. Para salir de ella, necesitamos reencantar el mundo y percibir la Matriz Relacional (Relational Matrix) en erosión, que nos envuelve a todos. Estamos urgidos a comprender el significado del proyecto humano en el interior de un universo en evolución/creación. Las nuevas ciencias después de Einstein, de Heisenberg/Bohr, de Prigogine y de Hawking nos han mostrado que todas las cosas se encuentran interconectadas unas con otras de tal forma que forman un Todo.

Los átomos y las partículas elementales no son ya consideradas inertes y sin vida. Los microcosmos emergen como un mundo altamente interactivo, que no es posible describir mediante el lenguaje humano, sino solamente por la vía de la matemática. Forman una unidad compleja en la cual cada partícula está ligada a todas las demás y eso desde los inicios de la aventura cósmica hace 13,7 miles de millones de años. Materia y mente aparecen misteriosamente entrelazadas, siendo difícil discernir si la mente surge de la materia o la materia de la mente, o si surgen conjuntamente. La propia Tierra se muestra viva (Gaia), articulando todos los elementos para garantizar las condiciones ideales para la vida. En ella más que la competición funciona la cooperación de todos con todos. Ella muestra un impulso hacia la complejidad, la diversidad y la irrupción de la conciencia en niveles cada vez más complejos hasta su expresión actual a través de las redes de conexión globales dentro de un proceso de mundialización creciente.

Esta cosmovisión nos alimenta la esperanza de otro mundo posible, a partir de un cosmos en evolución que a través de nosotros siente, piensa, crea, ama y busca un equilibrio permanente. Las ideas-maestras como interdependencia, comunidad de vida, reciprocidad, complementariedad y corresponsabilidad son claves de lectura y alimentan en nosotros una visión más armoniosa de las cosas.

Esta cosmología es lo que falta hoy. Ella tiene la propiedad de proporcionarnos una visión coherente del universo, de la Tierra y de nuestro lugar en el conjunto de los seres, como guardianes y cuidadores de todo lo creado. Esta cosmovisión nos impedirá caer en un abismo sin vuelta atrás. En las crisis pasadas, la Tierra siempre se mostró a favor nuestro, salvándonos. Y ahora no va a ser diferente. Juntos, nosotros y ella, sinérgicamente podremos triunfar."

Leonardo Boff

Bag it

"Where is away?"

domingo, 11 de março de 2012

Ponto de luz

Esta música traz-me tranquilidade...