terça-feira, 6 de março de 2012
Coisas positivas
Para ser sincera estou um pouco farta de notícias negativas. E elas surgem por toda a parte: nas notícias, nas conversas, na aura das pessoas.
Sendo assim, vou eu própria fazer um esforço, e à semelhança do Optimismo em Construção, que tantas vezes me inspira, vou colocar posts que fomentem espírito positivo. Eu nem sempre o tenho mas vou-me inspirar para o transmitir.
Afinal de contas qual o benefício de sermos negativos? Não chegamos a lado nenhum...
Sendo assim, vou eu própria fazer um esforço, e à semelhança do Optimismo em Construção, que tantas vezes me inspira, vou colocar posts que fomentem espírito positivo. Eu nem sempre o tenho mas vou-me inspirar para o transmitir.
Afinal de contas qual o benefício de sermos negativos? Não chegamos a lado nenhum...
segunda-feira, 5 de março de 2012
Você é um bom consumidor?
Vi este vídeo no blog Sustentabilidade é Acção e achei interessante partilhar.
Tem muito a ver com o post anterior em que abordo a questão da sociedade estar doente, consumindo para preencher o seu vazio emocional e espiritual.
Neste vídeo está bem patente a "lavagem cerebral" a que estamos sujeitos de que para sermos felizes temos de consumir e agir apenas em prol de nós próprios.
Urge mudança de mentalidades, de educação, de atitude!
Tem muito a ver com o post anterior em que abordo a questão da sociedade estar doente, consumindo para preencher o seu vazio emocional e espiritual.
Neste vídeo está bem patente a "lavagem cerebral" a que estamos sujeitos de que para sermos felizes temos de consumir e agir apenas em prol de nós próprios.
Urge mudança de mentalidades, de educação, de atitude!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Sou só eu que acho que a sociedade está doente?
A depressão é “problema de saúde pública grave” pois “afecta uma larga faixa da população”, diz Luísa Figueira. Trata-se de uma doença com grande impacto na qualidade de vida individual e familiar, sendo que contribui para um grande aumento da morbilidade de várias doenças, em particular, as cardiovasculares.
Um Estudo Nacional de Saúde Mental, feito em Portugal em 2010 por uma equipa liderada por Caldas de Almeida, revelou que as perturbações depressivas surgiam em 7,9 por cento da população. Este resultado “é superior à média dos países europeus e apenas inferior à prevalência anual nos EUA que é de 9,6 por cento”, refere a responsável.
Outro estudo tornado público, em 2011 por David Blachoflower e Andrew Oswald (dados do Eurobarometro), sobre o consumo de antidepressivos na Europa (27 países europeus) revela que anualmente um em 13 cidadãos tomou antidepressivos.
O consumo de antidepressivos é maior em Portugal, na Lituânia, na França e no Reino Unido.
in Ciencia Hoje
Parece-me que algo na nossa sociedade está errado...
Pessoalmente parece-me que as pessoas não conseguem lidar com a própria realidade, usando o que podem para a distorcer. Consomem indiscriminadamente para preencher o vazio emocional e espiritual de que padecem.
Uma das soluções? Voltarmo-nos para as pessoas, para os animais, para a Natureza.
Outro estudo tornado público, em 2011 por David Blachoflower e Andrew Oswald (dados do Eurobarometro), sobre o consumo de antidepressivos na Europa (27 países europeus) revela que anualmente um em 13 cidadãos tomou antidepressivos.
O consumo de antidepressivos é maior em Portugal, na Lituânia, na França e no Reino Unido.
in Ciencia Hoje
Parece-me que algo na nossa sociedade está errado...
Pessoalmente parece-me que as pessoas não conseguem lidar com a própria realidade, usando o que podem para a distorcer. Consomem indiscriminadamente para preencher o vazio emocional e espiritual de que padecem.
Uma das soluções? Voltarmo-nos para as pessoas, para os animais, para a Natureza.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
For a better life and a better world...
"Live simply.Meditate.Consume less.Think more.Get to know your neighbours.Borrow when you need and lend when asked."
in Global Warming
in Global Warming
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
"Vivemos sob a ditadura do dinheiro e a economia é a nossa religião" - Satish Kumar
Leiam a entrevista aqui.
Vale realmente a pena.
Vale realmente a pena.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
5 mandamentos
Li no Jornal Metro hoje de manhã e acho que faz todo o sentido reflectir...
"Se todos nós parássemos uns minutos por dia, para reflectirmos sobre aquilo que nos preocupa e assusta... concluiríamos que,afinal, a vida não se resume a isso. E que são as escolhas que fazemos que ditam as nossas amarras.
Segundo vários estudos dedicados a aprofundar aquilo de que as pessoas se arrependem no seu leito de morte e como gostariam de ter vivido a sua vida, as respostas destes indivíduos remexem as nossas prioridades e o nosso próprio presente.
São 5 mandamentos urgentes porque nos representam a todos.
1-Gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo e não a vida que os outros esperavam de mim.
Todos os dias construímos, mas também todos os dias deixamos de acreditar. Viver sem sonhos não é viver. Honre os seus sonhos.
2-Gostaria de não ter trabalhado tanto.
O querer ter tempo e não dar oportunidade a que isso aconteça remete muitas pessoas para essa angústia,ficamos a pensar o porquê de, cheios de saúde, não nos conseguimos desprender das rotinas diárias e viver a vida com mais tempo para ela. Para experienciar, para partilhar, para desfrutar.
3-Gostaria de ter tido coragem de expressar os meus sentimentos.
Não ter receio de revelar o que sente, talvez seja um dos gestos mais bonitos que o ser humano pode dar. Não deixe para depois, aquilo que pode dizer agora e sobretudo não tenha uma experiência medíocre, sempre aquém daquilo que realmente pode ser a sua vida.
4-Gostaria de ter mantido o contacto com os meus amigos.
Sem os relacionamentos verdadeiros, sem as ligações e histórias emocionais que nos unem aos amigos,não temos a rede que precisamos para ser realmente felizes.
E todos dizem o mesmo no final, tudo se resume ao amor e aos relacionamentos.
E por último,
5-Queria ter-me permitido ser feliz.
O desejo de poder voltar atrás e poder mudar as escolhas. Não viva confortavelmente nos nos "velhos" hábitos, não tenha medo de mudar. Arrisque quando lhe apetecer,não fique acomodado ao talvez,tenha certezas.E viva muito. As escolhas são suas. Escolha ser feliz."
Ana Rita Clara
Todos os dias construímos, mas também todos os dias deixamos de acreditar. Viver sem sonhos não é viver. Honre os seus sonhos.
2-Gostaria de não ter trabalhado tanto.
O querer ter tempo e não dar oportunidade a que isso aconteça remete muitas pessoas para essa angústia,ficamos a pensar o porquê de, cheios de saúde, não nos conseguimos desprender das rotinas diárias e viver a vida com mais tempo para ela. Para experienciar, para partilhar, para desfrutar.
3-Gostaria de ter tido coragem de expressar os meus sentimentos.
Não ter receio de revelar o que sente, talvez seja um dos gestos mais bonitos que o ser humano pode dar. Não deixe para depois, aquilo que pode dizer agora e sobretudo não tenha uma experiência medíocre, sempre aquém daquilo que realmente pode ser a sua vida.
4-Gostaria de ter mantido o contacto com os meus amigos.
Sem os relacionamentos verdadeiros, sem as ligações e histórias emocionais que nos unem aos amigos,não temos a rede que precisamos para ser realmente felizes.
E todos dizem o mesmo no final, tudo se resume ao amor e aos relacionamentos.
E por último,
5-Queria ter-me permitido ser feliz.
O desejo de poder voltar atrás e poder mudar as escolhas. Não viva confortavelmente nos nos "velhos" hábitos, não tenha medo de mudar. Arrisque quando lhe apetecer,não fique acomodado ao talvez,tenha certezas.E viva muito. As escolhas são suas. Escolha ser feliz."
Ana Rita Clara
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
O principal problema actual
"O capitalismo moderno precisa de uma grande quantidade de homens que colaborem sem levantar problemas, que queiram consumir cada vez mais, e cujos gostos estejam nivelados e sejam altamente influenciáveis e previsíveis. Precisa de homens que se sintam livres e independentes, que não se sintam sujeitos a qualquer autoridade, princípio ou consciência- e que contudo queiram ser chefiados, cumprir exigências e ocupar o seu lugar na maquinaria social sem atritos; que possam ser comandados sem recurso à violência, chefiados sem chefes e motivados sem objectivos, com o objectivo único de ter um bom desempenho, de estar em constante movimento, de funcionar e de progredir.
Qual é o resultado?O Homem moderno está alienado de si mesmo, dos seus semelhantes e da Natureza.
(...)
As relações humanas são essencialmente relações entre autómatos alienados, e a segurança de cada um depende de estar inserido na manada e de não ter pensamentos, sentimentos ou acções diferentes."
In A arte de amar de Eric Fromm
domingo, 22 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
A felicidade
Sim, a felicidade para mim pode ser um livro e uma chávena de café:)
Porque é que evoluímos para uma sociedade em que a felicidade é apenas ter e parecer em vez de ser é uma questão que me assola ultimamente. Em especial porque estou a reler um livro que gostei muito- Impacto Zero- em que o autor se debate constantemente com esta dúvida existencial.
"Havia um mestre Zen da Ordem de Budismo Zen Chogye da Coreia. Dae Soen Sa Nim,era assim que os seus alunos lhe chamavam, que significa, em coreano, Grande e Honrado Mestre.
Dae Soen Sa Nim diria: Todos dizem eu quero isto e quero aquilo, mas será que alguém compreende efectivamente o significado do "eu"? O que é este "eu" que tudo quer? De onde vem? Para onde vai? Porque existe? Porque morre?
Estas dúvidas são extremamente importantes porque passamos a vida a pensar que o caminho da felicidade passa por satisfazer os nossos desejos.Os economistas acreditam que os nossos desejos são ilimitados e que a economia é um gigantesco maquinismo cujo objectivo é satisfazer esses desejos ilimitados.O problema é que os recursos do nosso habitat não são ilimitados."
in Impacto Zero
Porque é que evoluímos para uma sociedade em que a felicidade é apenas ter e parecer em vez de ser é uma questão que me assola ultimamente. Em especial porque estou a reler um livro que gostei muito- Impacto Zero- em que o autor se debate constantemente com esta dúvida existencial.
"Havia um mestre Zen da Ordem de Budismo Zen Chogye da Coreia. Dae Soen Sa Nim,era assim que os seus alunos lhe chamavam, que significa, em coreano, Grande e Honrado Mestre.
Dae Soen Sa Nim diria: Todos dizem eu quero isto e quero aquilo, mas será que alguém compreende efectivamente o significado do "eu"? O que é este "eu" que tudo quer? De onde vem? Para onde vai? Porque existe? Porque morre?
Estas dúvidas são extremamente importantes porque passamos a vida a pensar que o caminho da felicidade passa por satisfazer os nossos desejos.Os economistas acreditam que os nossos desejos são ilimitados e que a economia é um gigantesco maquinismo cujo objectivo é satisfazer esses desejos ilimitados.O problema é que os recursos do nosso habitat não são ilimitados."
in Impacto Zero
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