Este é um produto da Goóc, uma empresa brasileira.Parece-me uma óptima ideia, aliar o design e a moda ao útil (poupar recursos).Mais informações em: Goóc
Este é um produto da Goóc, uma empresa brasileira.Parece-me uma óptima ideia, aliar o design e a moda ao útil (poupar recursos).
Cerca de 1,8 milhões alemães, ou seja, 4,5 por cento do total dos assalariados do país, trabalham em empresas que produzem bens e serviços ligados à protecção do Ambiente, informa um relatório sobre “economia verde” publicado hoje pelo Ministério do Ambiente.
O documento estima que em 2007, “mais de cinco por cento” dos bens produzidos pelos industriais alemães entravam nesta categoria, ou seja, um valor de 69,5 mil milhões de euros. Este valor representa um aumento de 27 por cento em relação a 2005.
Em 2006, a Alemanha detinha 16,1 por cento do mercado mundial dos bens que contribuem para a protecção do Ambiente, tornando-a no país do topo desta lista, garante o Ministério.
Por “economia verde” o Ministério designa “todas as empresas que produzem bens e serviços que contribuem para evitar, reduzir ou suprimir os danos ambientais”. Esta definição aplica-se, por exemplo, às empresas de tratamento de resíduos ou de águas residuais e aos produtores de energias renováveis.
Na Alemanha, esta “economia verde” é dominado pelas PME (pequenas e médias empresas).
E Portugal? ...
Legenda:
Com 100 metros quadrados, a unidade está localizada em Vila Nova de Gaia, no Porto, e conta com uma equipa de cinco funcionários, entre os quais, uma nutricionista. Cerca de 60% dos produtos serão importados do Brasil e os restantes, provenientes de Portugal e de outros países da Comunidade Europeia e das Américas.
Na loja do Porto, serão disponibilizadas todas as categorias de produtos vendidos nas lojas do Brasil, desde alimentos (diet, light, orgânicos, sem glúten e sem lactose), suplementos para atletas e fitoterápicos, até livros, CDs de relaxamento e meditação, incensos, cosméticos naturais, presentes conscientes e outros produtos voltados para o bem-estar e a qualidade de vida.
“A busca da saúde do corpo e da mente, associada à valorização do consumo consciente e sustentável, são tendências mundiais. Em Portugal estes conceitos cresceram acima da média mundial nos últimos dez anos”, justifica Ferreira (master franqueado do Mundo Verde).
Actualmente, podemos concluir que o cartão não é apenas um material de embalagem que tem de ser descartado como lixo. Entre esculturas e mobília, este material comprova ser um dos materiais mais versáteis para criar objectos fantásticos. No Festival Sustentável de Buenos Aires, o artista Santiago Morahan mostrou um dos seus projectos, Diseno Cartonero. A estética do projecto baseia-se num método em camadas que usa a textura ondulada do cartão, o que mostra que o material muito comum pode ser bastante elegante.





Investigadores da Universidade da Columbia descobriram que as pedras de peridodite encontradas a 20 km sob a superfície terreste podem ser utilizadas para capturar grandes quantidades de CO2. Esta rocha que constitui a maior parte do manto terrestre vem ocasionalmente à superfície devido aos movimentos tectónicos, reagindo com gases atmosféricos e formando rochas de carbonato de cálcio e magnésio.
Uma possível solução será empurrar o Co2 para debaixo da superfície da Terra e deixar as rochas convertê-lo.
Estas rochas podem capturar 10000 a 100000 toneladas de carbono por ano e se a tecnologia melhorar, as mesmas rochas podem capturar 4 biliões de toneladas de carbono por ano.
No encontro foi lançado um apelo para que seja concluído, no fim de 2009, em Copenhaga, um acordo global ambicioso no intuito de travar as alterações climáticas, apesar das dificuldades agravadas pela crise financeira.
Perante 9.000 delegados, cerca de 185 países reunidos a partir de hoje, e até 12 Dezembro, para a XIV Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, o presidente dos trabalhos e anfitrião do encontro, o ministro do Ambiente polaco, Maciej Nowicki, considerou que «a humanidade, através dos seu comportamento, já levou o sistema do Planeta ao seu limite».
«Continuar assim provocaria ameaças de uma intensidade nunca vista: enormes secas e inundações, ciclones devastadores, pandemias de doenças tropicais (...) e mesmo conflitos armados e migrações sem precedentes», afirmou, aconselhando os negociadores a não «cederem aos obscuros interesses privados (quando) devemos modificar o perigoso rumo que a humanidade tomou».
in IOL Diário